18.12.08

O toque da fã

Ali no palco a tocarem qtoque, não consigo
Estou a g
São os tók
São os tók vejo que a-me arrepio
Nos tók estou a chorar, não consigo
São os tokio atocar estou achorar amoachorar
E choro a quero emo toque
Chor emociono-me aa Tóquio
Não consigo choro e bate bat estou tel com os
Tóquio hotel não consigo ouvir
Estou tão tempo troco soluço a chorar
já não oiço
desmeio de amo chorar e os tókio hotel a chorar
E choro ainda por hot eles
que nao vejo
Sou deles os tóka-me hát imort chorar
Oiço nel palco ali tão perto já aqui
Não me consigo controlar não choro
E arrepio e emocion consigo,
estou a chorar


não consigo ouvir

19.11.08

Diamante

Alumiar os olhos directo aos avaros salta quem te ri.
Há algo escuta esse aparelho tão evidente.
Nos barracões:
Tivesse-vos pose a varina bradaria aos serôdios suma história após história, mas nada que nos chegando ao domicílio na brandura das nossas mãos, réstias dela.
Na sala,
tudo o que Domingo sobeja é uma imprestável salva de fracassos.
Nas ruas,
vós os bravos, essas estrada afora que só fazem cimento cada vez mais estreitas e amuralhado em escadarias e salas e toalhas tensas e réstias de côdeas e uma blusa a arder e vós os bravos afora numa corrida de bicicletas cada vez mais becos a escutarem horas de cinzento.
Alumiar os avaros salta aos olhos de quem ri na tua requintada.
Nos barracões
e voltem à esmola de vossas mãos. Ponham-se à escuta, varina Tudo o que penso chega-lhe ao Domingo na brandura das mãos.

escuta esse aparelho tão evidente

13.11.08

feto ao sifão enrolado


A lógica é... talvez.
Mas revolta nos meandros opaco, convicta, separa confusas destes semáforos ora obviamente, ora peremptório disso quando as passagens trajam emaranhados, as ruelas em esquinas a confessarem-se umas às outras a noite balançando contornos da ultima vez, o raid vira-me ao contrário desse juízo a fugir na estrada a correrem atrás de mim a pino a a a, a mudar tudo, a esconderem-se debaixo da cama, a a ponderação a decifrar disparos subjectivos, coelhinhos a ralharem na cartola com falsas juras, cruzamentos de fetishes dispersas, música, muita música e filas enormes preocupadas fazendo escuro com réstias de sono atolados para aqui! E nem… e nem encontrados com vidros partidos de pontos de vista à toa se finge a verdade.
Se se buzinassem de Deus tomara a equação conforto da manta,
se puxar ao sentimento,
valha-me Dele e tapar-me humanamente, isso aí Sim, além passaria legendas por cima dessa condição, e voltaria atrás para dizer logicamente que Não. Mas Sim. Não. Não digo nada.
Sim, digo, digo. Sem esses badalos esfolam certeza na descarga de atirar eus pra cima de mim, que vão, que vim, que são, que Gin, que tão, que tlim, que tlão, enrolado feto feito no sifão. Só ele decidirá, mas depois, quando me relevo, os grandes boémios já se foram, e pende o intuir no passo: é-me Sim, sem adornar quase por dois, uma de um lado, apenas de outro, mas é Sim com esses demónios empunhando os factos como Não também à tona.
Mas pode ser Sim. Ou Não.
Se à beira do risco, uma a uma, de repente todos me saem e quem fica à luz por mim sê essa contradição, a resposta sei:
Sim e Não.

Tapar-me humanamente a atirar eus para cima de mim.

23.10.08

Dual: a primeira palavra com aspas


Tem um andar para longe à espera de chorar cada vez mais nau em apuros.
Agora acabou.
De volta começou.
Para lá sumiu-se.
De volta começa.
De mortiça rasgámos a vontade de desistir.
Balbuciai essas palavras volvido o canto alvo quando acreditar mais que a fortaleza.
Agora acorda-me.
Dormitai dorme, dorme, dorme.
Dorme tanto quanto possas vidrar nessas frescas ondulações da quimera.
Prolongai no espectáculo da fenda com um abraço.
Eu trarei a caixa é colorida, “corpo a corpo” sobre as primeiras palavras com aspas e acordámo-nos da ressaca de tantos muros.
É sobre isso que te peço: não desistas.

quando acreditar mais que a fortaleza

14.10.08

Abai os heróis de si


(um fragmento epopeico-impensamental - 2008)

Abai os herois de si

(…)
89
Foi tida pelos áureos sedada fazenda
assinados de volta a Inferno ardor
corajosas a perder brusca sentinela
outros pulsos atravessaram fuzil da lenda.
A fama oeste do capitão é dele mercador
são relógios d’oiro armados com agenda
por meada de luares o fio fosse bagatela
apregoou sobre serras importantes se prenda.

90
Com biombos de Nabão arvoraram eunucos,
lutas de colégios por mil despertassem
a aventura duma flauta atravessara a verdade
cheia muito de trás numa pausa deserta
a luta das facas mexeu-lhes com serena vaidade
o entardecer duma graciosa Limusina
quase essa pérola se debruçasse aos poucos
até novas ciladas de bandeira em ruína.

91
Gonçalo, listen darling, listen to me,
cada captura busca novamente faunação.
Que os extremos abem nus imperadores
cruzaremos perfis arrancada perfuração
por estranheza pá mistura avassaladores
mesmo quando se apartava nítido alento
ínfimas saídas de viajantes inspiradores
só o veludo jamais consentirá noutro aposento.

92*
Uns vão nas almadias carregadas,
Um corta o mar a nado diligente,
Quem se afoga nas ondas encurvadas,
Quem bebe o mar, e o deita juntamente.
Arrombam as miúdas bombardadas
Os pangaios subtis da bruta gente:
Desta arte o Português enfim castiga
A vil malícia, pérfida, inimiga.

93
Acolhei os recem-chegados de fraude obreira
donde polvilha a sequela de canto por mais
molhados da Terra-Eifel faziam as festas
lá para Dália a flor, sequenciardes ladeira
no convés calçado da China às giestas,
partilhasse com luto o sal de animais.
Tomardes guarida sem alojados pioneira
o longínquo de esquecidos colhesse-os demais.

94
Imperfeito coágulo por vozes alerta
só os cavalos relinchariam a lisura materna
suturando o fogo invulgares missangas erigidas
à cascata das causas mais que incerta
p’la importância que valha a ordem das feridas,
o estalar do verniz sem a raça da perna
entoava o pranto das rezes semi-comidas
e repousasse porquês na sinistra descoberta.

95
Por um semelho amainada bússola atraca
soberanos oitavos ao centavo severamente.
Trovejai senhores astutos quão picada pele zelas!
A volúpia mal sobejara bege à sua frente
quedavam enfermos aos rádios se sente
aquando Gonçalo só abraçava as velas.
E de quem dragaria remota peregrinação,
suadas lagostas em mapa cochilavam.

96
Contagiosos canhões de cem por cento
avistaram naves de emboras soou
chagados de lautos povos inquietes
fossem de fivelas gargalhada adentro.
Sobressaltaram a nobre sombra de Sorvetes.
Até Gonçalo nos arrozais é mandarim
trouxe a teimosa geleia de tapetes
por lhes ver pó-de-história-sem-fim.

(…)

a volúpia mal sobejara bege à sua frente

* apropriação da estrofe 92 , Canto I da obra “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, 1572.

10.10.08

O ponto


No bacharelato do tempo, aprofundei os nervos engulo a elevar do Sol. Aconcheguei à ravina, olharmos o astro, a satisfação das ondas e a brisa cheia de palavras certas, digo-me: “Faço parte disto. Faço parte disto”.
Nunca para além das livre matiz, traçasse-mos a verdadeira jubilada, os sentidos não viciam as horas que eram.
Ir.
Irmos.
Vamos.
Vamos como imaginássemos certo dia a montagem das nossas vidas sobre o canto das projecções num único ponto.
Vale a pena sair.

Faço parte disto. Faço parte disto.

7.10.08

Foge mulher

No forro do telhado, dentro dum saco psíquico
reza àqueles na volta do caixeiro
lanhos por todo o lado com asna espontaneidade traria o triunfo nas botas.
O matarruano, que ninguém extasia a fera sobre um espelho, vem com a matriz do estupro à Pavlov com outros viajantes ramifica ao demónio da aceitação.

No forro do bebedoiro, dentro dum cor-de-rosa
atingirás a madrugada adjacente a gerar manias só vêm escondendo psíquicos que agarra em cutelo à madame francesa quão fio não podem evitar.


Na forra dos pitons, dentro da pasta
espirram os lados por todo o lanho com sob verdume histérico sendo a metade morta por adornos de minúcia e no ferro do pé-de-cabra jazem aqueles três filhos das unhas volúveis como trunfo.
Na forra do charme fostes psico-manipuladas.




Sob verdume estérico jazem filhos das unhas.

1.10.08

CALCULAI-NOS OS SES


Como se fosse acervo,
o infinito aparece sob farpas relevantes
quando nos refere às sequelas de escorço inscrito,
e partisse sequências de mel.
Figurava constantes l’esprit est force de les considérer,
VERGAI
a qual construção força além do lance,
alumiando a tinta em múltiplas de linhaça.
ESPADELAI
como se fossemos um vaso plausível, baseado sobre ilimites errados are friends of mine and cercai disso,
vil consciência de tanto desmesurado.
Calculai-nos os ses.
De que poderás informar, a pontos que devasto um senhor persiste num recado arredado das bruxas?
Seria desejável explicar o inexplicável durante o Dezembro inverso.
Dessa tal escrita infernal
assumiremos que é o pior inverno,
embora Dezembro não seja certo
nem bons desusos.

calculai-me os ses num recado arredado das bruxas

21.8.08

Às vezes começa



Na praça varandins
Na praça principal em primeiro lugar
Na praça circular utiliza ao expor suma unidade
Na praça principie circulamos sem pressa memorável de X
Na praça começa por ser na semana
Na praça quem diria sem zero só nos conheceremos na musa
Não começa só nos lugares me assoma à direita
Na praça circo que vezes à terra ou janelões
Na p
Na praça vaga lá beira não nos encontrámos é pouco
Quem vem que diria às terras? cinco caminhos te começo
ça
Na praça voltai janota a decisão sai às mesmas
Só nudez vão onde ocultais, pausa soltando cortinas, reencontra
Na praça, quem corta à esquerda, obviamente some-se para lá do vão
Na praça, quem vem ao arco, pouco anterior

só ocultais onde te começo


10.7.08

Duas frases Ubuescas


Um tio, mesmo que não impeça nada, é um pudor vivo.

Não se é uma mulher livre, é-se uma sobrinha.

(frases quase impensamentais ditas na peça de Ubu Agrilhoado, na ESTC, como interpretação libre d'O Rei Ubu)

agora impensamentalizando:

O impedimento, mesmo que vivêsseis, não seremos nada pudor dum tio.

Não se é uma mulher livre, fosse-mos um sobrinho.

o impedimento, mesmo que vivêsseis

Sem pretexto vê-se como enrola


1ª parte- O cansaço sem soco

Moído ganha nomes não relação de goma sem distância comigo.
Executa-me em riscos quando mandam obras andando cansado algo que deriva órgãos e não sei sem curiosidade descalça porque vai negativo de aforma derrete de milhões de faces e ao grau de basta o cruzamentos fecham-me derrubado mas,
Sem eixo noutra tabelado às avessas já vi e não acho hoje meio plágio e não consigo, não comigo. e sabe resguardo à espera sentado ainda repete mais uma hora. Se não faz faça. Se não fez faça, que se faça, há vá. Está resolvidas no pantomina dos mundos causa em causa em tanque de dementação, esgotado desmama à carne ou à água não fosse água onde fica preso por gravidade eficaz e cansa-me como fixa.
A intoxicação vê-se mal do mesmo
e depois mais do mesmo à cintura. Cansei-me quebrada, ajoelhado de
a-tra-ve-ssa-mento pesaroso – archote sem ouvi-los, sem desmentir à tesourada.
Como enrola cansaço
minuto a mau e tamanho
quanto faz a saliva pesada.
Deito-me como percebo o calmíssimo pálpebra física amarrota calibrado juz pouco a pouco dado entregue às cosmos arromba, assombra e transmura. Na penitência a maço achapado, desferrosos, rodopio casto a mendigar os músculos à falta de dorso, beleza e um tudo por fazer.
, sem ronha umas a libertar coeso malha em museu do cansaço esteira no equilíbrio a olhar para o centro geométrico do cérebro, onde o sonho velho nas quatro tardes um projéctil desce cada vez maior sob longínquo urde prática e antigo incómodo. Uma santo vem sim! sozinhos de pano melancólico
(um detalhe cansativo, artificial que está aqui, aqui, aqui, aqui explorado em pinça encravada, qualquerzinha, porque está aqui um detalhe cansativo), não é bem assim em todas as áreas é muralha daquele Luís capturado só não é cansados que não querem dizer nada, apenas desci desde que nasci.

2ª parte - O cansaço no cavalete vai-te macilento

Responsáveis por isso, mas. Depois vem ela a falar, sempre na lista ando na lista quase todos eus, por exemplo nós quanto mais não seja o ganha-pão, e não conseguisse mais uma banalidade sobretudo obrigatório enveredar estou maçado.
- mesmo em estudos B sobre a ligação a cumprir chamam-me à atenção para desfeita assume polémica que reclama-me para estou cansado e
- … vai falar com estou desfeito;
- … pela tendência está longe pelo contrário em processo que tudo tem a ver pelo próprio cansando-me.
- … tem a ver com o problema, estou cansado, não vale a pena.
- …empenhadíssimo vai-te ligar com estas duas mil enfado aparecem-me a neutralizar aborrecem-me.
- …modorrar da conspurcada sobretudo consequência aproxima-te e comete a morro de cansaço, pêndulo de vozes a dizerem-me cavaletes de matemática.
- … ergue-te e encara. Repetem. Inscreve-te e vai caçado d’algo e todo o circulo-me profundo abaixo de sem pretensão enrola.
- … há, há, há, existe, há há existe à pressão, há existes-me, há, há por todo o lado existe, há por todo o lado existe por todo o lado, por todo lado há existe à pressão. Rejeita as velhas e ridiculariza as novas rigorosamente há doentia como uns roedores nem motivo.

profundo abaixo sem pretensão de enrola

18.6.08

Do eucalipto como novo



Sobre doado costura pântano oculto, jura folhas secas, folha semen, folhas húmidas dadas folhas ciclos por doar caminha esse aroma de planura à sombra. Almejarás eclipse face de fé em corgos e pequenos por todo o lado ascende até ao charcos.
Á tília desocultada de presente nesgas por cansaço de pedra perdoámos à frente como outras pedras ainda mais quando penumbra, doadas à nascente por galhofa de fonte e bebemos pequenos por todo o lado perdoando eclipse do eucalipto como novo.

eclipse face à fé em corgos

11.6.08

Eia, o tio esteve na Torre Eif


(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

"A minha vida nós já esstive na torre eifel
Desculpa lá mas lá eu em cima
Rimos a até a kk já teve na tprre eifel
Eles não estiveste porq na torre de pisa
Tor epfell e tu não céu mais alta na torre f
Um homem! na torre eifp espectacular,
Deste art cá em baixo du esteve na torr eifeel
Até ou estive na torre eifeee a olhá-lla de lá

Há quem diga que é mais de ner d gulas
Ganha-se n torrêfel na torr e tem se está lá
Todos veem na torre eifel, nem nada
comeste há torre eilfel que de sai de lá
Como já se milhões é lá em cima, no topo que já se viu
Em Franc como se sabe."

Que está aonde na cozinha,
Donde a estante estando.
Onde está a estante?
A estante, Francisco?
Onde está a estante?

(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

Onde está a estante?

A estante, Francisco?

28.5.08

Não sai da minha cabeça, está tecido


A perceito, será na quarta-feira, fomos tirar medidas ao tecidos, supostamente ou eles a perceit, será nas quartas-feiras, fomos medir os tecidos, suposta ela seremos na quarta, foi tirar medidas ao tecidos, supostamente não sai da minha cabeça, não sai, não tiro da minha cabeça saio a percei, seríamos na quarta-feira, fui dar medidas aos tecidos, supostamente tirar medidas ao tecidos, ou a perceito delas tecer na quarta-feira, vamos medir à tecida tiro da minha cabeça, supostamente fomos tirar medidas aos tecidos e ela à quartas-feiras vai dar medidas a tecidos, supõe na mesma quarta à feira ou ela fomos postas ao tcidos trar midas, supostamente a ela, na quarta-feira, irei tirar medidas ao tecido, supostamente, não tiro da minha, não sai na mínima supostamente eu será na quarta medir tecidos supondo feiras naquela à quarta-feira, está tecido na minha cabeça, vai tecendo a medir quartas ao perceito, a dar medidas à tecidos, a elas tecerem feiras suponho na quarta cabeça e um tiro na minha: ESTÁ TECIDO NA MINHA CABEÇA.

nunca sai da mínima, supostamente nem tiro da minha

24.5.08

Uma frase amarela

Uma frase amarela, sem ser preciso referir “limão”, no último exemplo:

A elege já de inquieto foge tagarela ainda mais.”


Último exemplo de amarelo, já .

18.5.08

Custando a existir de tanto

Põe a gabardina
aperto quente, meia volta à parte de ânsia que faltou.
É claro que há reservas mas eles riram-se quando me sentei a tocar ao piano.
2) Notícia.
A gabardina compensa mas o cabelo cresce, cresce,
cresce e não é preciso viver nas suas colo
CAÍ, MÃE…
Sem música não dá em atenção de alguma forma, como evocaríeis percebesse durante sempre no anónimo sobre muitos espelhos sozinho exigente e o acontecer sobre muitos espelhos sozinho a tentar mais longas uma semana a pensar, sobre muitos espelhos sozinho não conseguem e podem ferir ou podem não chagar, sobre muitos espelhos que sozinho põem em prática e tivésseis razão. Resolve-se como abaixo começar outras sobre tensão de crescer espelhos, caso a caso, sozinho a muito mais do acontecer, não resolve sobre muitos espelhos inocentemente mais aberto e mais, nada que fique simples o que real adquire não tento espelhos sobre dos últimos frios e pobre concepção-pesar, digo, juntar-te executando-nos dominar-te, digo, imensos espelhos que não é preciso cumprir passo a passo sempre a mesma história, a mesma tecla como eles se riram quando me sentei ao piano a tocar desde o zero todo o confusões de arremesso e tipos de eus preferíveis sobre espelhos, sobre espelhos, acaba sobre estilhaços, sobre estilhaços, sobre estilhaços, sabemos fazer amor sabemos fazer ambos sabendo reduzido percebe sinceramente maior mais reduzido, fracção de mim faça-se não tem esse lentamente sobre gigante caos custava a tocar, custando a existir de tanto.

Arremessos e tipos de eus preferíveis na foz do monólogo.

14.5.08

? Sonheces pólen de ódio

Sem portas de liberta dissimulação
fagulhas de cometa delinquente sem sonho criais-nos arrogância/
fagulhas de bala operante com ranho oprimimos-te decência.
Camufla abaixo da arreda caixões e chicoteadas
permanentemente que
a pausa do abrupto
agarrado ao pescoço vingativa se debruça já aguda.
Sempre que ali ao grampo coalhámos
atravessando em porta de todos o sonhemente aflige
irá marca mental putrefacta dO Minguado (Ele mesmo)
nossa precioso drama
com voz gutural:
Gralha nessa Bíblia fétida que tens mau por visionária descarga.”
Assim que o vejo
jaz de habituais volumes me fel.

Tormentos além pelos dependurados no pólen de ódio
e vara-lhe grotescas facas de visco
em campos depurados. Perniciosa ordem
gravada a esse tipo de violência,
eu luto
tido como bala cadente com mel, aprisionando evidência.

Sonhecimento com pólen de ódio (entristece-me).

8.5.08

Sê de cão


Começa por aqui (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
Como estes providos
Ser Ç
Ç .
Ç
Sem Ser outra quase-me, ao desolado cume do erro.
Solitário ocupante sua graça demasiado simplesmente.
Chora por curta adentro zénite do cerro
Tendes Ç a escorrer pela boca assim que corta a jaula vertical,
Oh I’m sorry!
contrai-me cão às pintas por miolos a montante
Como Ç’s por todo o lado
Contorcidos de arrependimento,
E colhi o telhado singelo, para o cego castiçal abocanhado.

Ser soberba três em escadaria
Sobe água atada a um vaso inclinado
Água dobrada o conhecente miolo explosivo de curiosidade
Sobre quê?
Sobre Ç, caralho!
Escorrendo ainda mais à excelsa escória
Pelas superfície do crânio,
Quase, quase desejo em rio cara abaixo,
E ninguém Ç
Ou apanha um crime com uma pinça
Extrai-o pela ranhura o ser;
Acorda por perseguir miolos em crânio a jusante,
minuciosamente rijo a pontos que
nada muda a não ser a menina a brincar além ao fundo.
A chave está atada à escadaria, só depois é que!
Atásseis como prova C do profundo
O crime que salva os miúdos que queríeis provar mais cedo do que pensas,
Ou,
sendo cão, (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
sê também o dito pelo não dito.

Sem Ser outra quase-me

2.2.08

Entra.

Emotiva o diariamente com cutelo do regime confia. Em opostos sim que reza o dom e fruto sobre que incendiásseis. Reinsere habilitada devasta a inseminação da centelha ao ponto ao máximo controlado de castelo a quem velando teve acesso aos filhos.
- Comove-me rir em si.
- É como pão-deleite para o céu.

A insubordinação regride ao sim abertamente. Seria como pão-de-sê-lo para as mãos se isso materializa subisse ao ritmo:
- Atrai desenvolver.
- Deixai estravagar a grande optimamente.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolver digo apropriar desejos.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolve que é sua.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolver de uno deixá-la-os emprenhar.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolto que se criássemos bebés de quase impossível.
- Atrai de salivar.
Atraímos pró-gume do serem dois para dois como pão-de-mina às bocas e pazes. Tanto cinzentismo eram as mãos. Tanto velar pendiam nãos! Só o soco de papel acena e olha a plebe como se estivessem nus. Ainda hoje aconteceu augusta a exseminação ao velejar nos espacejamentos do leite:
- Atrai desenvolver.- As margens dão para velejar como depende um bocadinho.
- Atrai desenvolver.
- Atrai velejar que acenos persegue as páginas.
- Atrai desejei.
- Atrai velejar com que velas passassem às viagens.
- Atrai Deus desejei.
- Atrai viajaremos fortemente que verde se prossiga.
- Atrai velejemos.
- Atrai a luta hipercantada “sim” inflama tributo que se expande e aplaude.
- Entrai Deus velaremos.




atrai velejar digo apropriar desejos

25.1.08

Musa 'g

E os mais apetecíveis (esta hora parece c) rapidamente ao maior número de renig.' possível. Ou atrevendo-nos especificai que recupera-me plenamente!
Foi isso que falaríeis de abstruso “make love, take good kare”---
Nem nos jamais, nem de fora uma esfíngica de dentro com vozes nos una.
Para a frente não dá para fazer para a frente não dá para fazer pára atrai às escuras sete minutos de modo que fique mais um pouco contigo. Nem nada na boca que fique nas bocas. São boas, esses soberbo sins…
Eu lembro-me de tudo.

10.1.08

é assim!

É assim que eu vos falarei quando morrer
cada palavra é um presságio
cada palavra é uma história
uma exorbitância

este início fosse ou nunca

Aproxima do círculo a meio duvisosa.
O princípio da vida e túmulos que não temos de arraçada aproximados, celebração da mais que tardia puta. Faltas que a partir de azeite, aceite e outras que-me lugar é este da celebração mais que passadiça-
Que lugar é este?
Que logro é este?
Que largo é este?

Que lugar é esse?
Que logro é aquele?

Que lugar é este?
Que largo é ali?
Que lodo é além?

Que lugar é este?
Que falta é aqui?
Onde está a prática de estavas lá atrás? Este era um fundo, o mais comum da vida e talhado como patas e te satisfazes na criança, sempre. Este é o início da mesma, viradas… este é haver corpo retendo, estando, ficando
este era sempre para aqui;
este espera;
este pára

este

este é medrosa que vamos falar o cálice está no sacrário;
este é virados;
este início fosse ou nunca;
este justifica aquilo e foi apressado qual é?
este é dos grandes argumentos do chão!
este intervalo parece Inverno em ré que acaba em ré.

O eu é este.
O eu se pudesse falar é este.
Se pudéssemos para sempre tanto faz ser agora
demora é decora-te em Deus a três quartos e fosseis à morte a partir daí;
não conjuga cartas por muitos puta que aceite e outras que eles sejam coisa
(a influência da tua infância pelo meio foi seio);
por isso dobrai o fácil no mesmo sítio que lugar é este?
A reter não interessa-me doutras ao que parece deixar,
por isso dobrai o que tentámos dizer às dúbias em choro:

Que lugar é sempre?
Que largo é sempre
Que lodo é sempre?
Que chocolate é sempre?
Que logro é sempre?
Que réstia é sempre?

Que lugar é sempre?
Que conotação é esta?
Que lugar a oitava acima é sempre?

Restava apenas este ou o início fosse nunca

4.11.07

carregar de boca


Coração que peito, ponto amor, nesses lábios valha-nos por alfinetadas quando cantam.
Como ser pertíssimo.
Como livre pátio de xailes a melódica arcada de voz.
Tu, boca, tudo mandareis em sobre de ferro começaste no
invento do leve-carregado
tantos, tantos, tantos,
Ninguém pode houvesse quaisquer almas
salmoura e poetas contente troco dos surdos ao fado, ou que confessassem
A seu lacrimejantes aperto porque se diz
Uma paisagem que costuremos a vida não estivessem singelas.”

Como meros glosa solo então não houvera como somos cantados.
De boca em boca,
velhinho olhar que mais para casario ou ao volante como se incomodasse a fugidia ao alto,
desventura nunca gemem por isso uma guitarra fatalista.
Ali à baixa quando o vento de povo
a tarde aprende a ser concha à noite semi-cheia de vozes e palmas.

Julho/ Agosto de 2007

pertíssimo começaste a lacrimejantes

24.10.07

Indeprimível sulco


Há uma mole de costas
que velará respiradas
a brisa com um pêndulo lá aborrecido de ares
a passearmo-nos.
E que tal tu, lendária rocha corroída,
com toda a espécie de poemas românticos
a fazerem de luar ao Sol,
a salvarem gaivotas de voadores
a deprimir a inquietude de espumas!
Só que está aí cheiro de oceano a ter-me os tais como somos nunca dantes,
ou sempre assim fresco mo queríeis:
a preguiça primitiva,
o desperdício da sucessivamente;
Ficar por ficar,
a indolência que está por detrás da extinção dos azuis,
animando, para já,
o céu desocupado de aurora
e seu misterioso sulco.

Ago 2007
desperdício da sucessivamente

26.9.07

Preia-mar

uma levíssima por aqueles cabelos ao rés
baralha e abala
um baldinho a pino irá
enquanto as conchas ainda conseguem ali
após salgadas, virás
a vaga horizontou e desagua-lhe afinal irás,
virás espumaral desfigur asseia;
espu somente costa de barcos ~ ~ as costas em;
sentimen
senti-me-te de fundo preia-bóia, preia-amarra a embrenhar-me de solarengado e mole de tarde.

~ ~
Em surto agora:
(esta é a onda que guardaríeis para sempre) - o frio eférreo atrevido acima irra
alastra e recua,
balbuciantemente pedrículas numa prece de chão furtivo
sem ossos dos pés
batalha e repete
nas rochas que ainda conseguem ali
e a orla com a minha cabeças a rebolarem,
balelas e balelas,
nadando-lhes sem a sensação de próximo.

Cabeças a rebolarem sem a sensação de próximo

25.9.07

Agá maiúsculo de costela apazigua


Pelo trela de ordem Darwin Deu será mas?
Denuncia terra nunca ou macieiras de costela (à eucarística) dão-nos pela inumérica duma d’Eva derrogada. Qual nunca obra quem sabe o primeiro. Qual lado a lado sem deter mares ou tentaríeis acreditar o desconhecido piamente começo.
Não que conste,
mais morto eventualmente no mesmo sítio,
ou buscável ossatura
em cerimónia de guelras à rara primata:
isso pelo meio dos um teórica abaixo não sei como derroimento aquando três dias feito pela densidão-prima, atentos ao terceiro maçã.
Como se escreveu a contaminarmo-nos:
ele aquilo de acoisada cobra acabará dita Serpens.
Não seriam disto
como fica
dá reza fleuma de carimbo vitalício à criação boçal,
conseguimos carregando tese
nem dita Sapiens, nem jamais milagrosa.

que conste morta à rara densidão-prima

26.6.07

Pelo irrepetível de novos répteis


Mas que luminosidade.
Aos luxo que lesa bocados e acenos num sentido de pele. Pelo H.E.P.T.B.D. habilitamos as espectro por turnos de borracha despejada – estrangulemos melhores excepto.
No progresso de tubos,
cada vez mais cada arremesso,
arranha o possível num granulado etc. rápido, etc. etc.
Urge no espaço, incapaz de cá,
trindade geradora se as pessoas lá ninguém sabe:
da cura há sorte, gatafunhos-náusea nasce como depressa acaba ex-vezes.
Nessa razão,
de onde também nascerás,
coincide com N ninguéns acrescidos à reza caprichosa.
Não queremos a taça do creme de la creme se um recado apraz outra pelo despegamento de dúvidas de la dúbia a furar pleno derrame… Nesse fim,
nesse fim dá-me Inversão e passeia-me por um álbum de calmas.

coincide com N ninguéns com o despegamento da dúvida

Um hino lota só que alguns

À lugar onde inquietas vagar, entra junto dos espalhados

Aos buscados ter alento sorverão a idade com pálidas de pisar
febres e fúrias; aos puros desenveredai o mau cheiro de pedras pelo espécimen dos novos bocados.
Aos corpos, já coesa, fixamos pavor sua alargada de espalhados,
e Anjos verdejante a contar-te tão crus viera duzentos má suspeita,
nem prudência, nem semimortos pinguem de coalhada fugida.
Corvos nefando os escusados, bem saímos dar, bem podes demasia pacientes,
bem poderíamos dar por falta do núcleo deles.
Formosíssima ruína aconchegará o lance de fazer às outras um caminho de nãos.
Será fácil crer quão guiados pôs o chão no chamado deleite e quererdes logo regressar.

O alcance de ficar cego por alta barganha;
a firme moleza de poderes, marra ávidos
como que apraz erros que mais mingua no meio dos inumanos de onde só pôde sobressair um gaiato a sorver um Capri-sonne.
Mostrar-lhe-ás um tão há-de glória, pendidos que estão orvalho às amontoadas
dura amedronta brandos, postas de falar o “…fértil brasão suas ervas obedecerá!”.Parabéns se somas domam parte das rapinas, das réstias, tragédias, mentira, re…
Parabéns ao silêncio que se aproveita de caudais de dedos secretos, discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações.

Já adormecido ajude em memória às postas fraudes reduzida em festim dos espalhados.
Mesmo assim, exaurida, escolheremos afoita a própria ventania,
risonhos soprados,
qual emenda,
os remoinhos a pouco e pouco mais afastados sem que me restaurem, ainda assim áspera, os tais socorros e clamores desconhecidos.

discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações

Ruas inquietas a descoberto, dia extenuado do ano duzentos e dorme.

15.5.07

dei meu aproximado força pela vida ser teu dom

(Pelas caóticas do primeiro amor)
Doar sua, dá-me, ou ligeiramente despida me paraíso. Meu dei-a-chamamento, o sem jeito de ansiedade patético, arbítrio com vida na escola, ?lembras-te?... enquanto partimos correspondendo, dar-me-te cristal partimos deixai-nos ser namor. Deixei-nos. Deixai o namor!
Deste-me conquistamo-nos-me unto pela unidade genital
prolongando,
sintonia de incêndios e ala instinta, ofereceste isentos de escala ou jamais afastaria todo, plenamente toda,

sítios de Lista,
exemplo do fluxos,
os troncos,
abandono rápido da totalmente;
longo resumo das perguntas a uma centena de metros, percorrermos as proximidades e pontícula qualquer alongou o lado, tanto que as resposta extinta ou certas raízes de perda, supõe-se decompor o par pelas mesmas razões de sempre.

Era só para nós. Idos, nós, excorporados, e teríamos murmúrio de contemplardes a imbuído paisagem de afasto. Ao solitário desencanto, visto de perto, os imensos sintonizam clamores de beleza ao cunho da mesma desculpa. Mas alcance de sobre-imersos, como te vejo funda, dizendo-te escapada:
“És-me o parte do jamais toda”

és-me o parte do jamais toda
e teriamos murmúrio ao cunho da mesma culpa

9.5.07

cidade

Empurrei-me-te-me pelas estremeça ao arremesso d’esquina passámos tomando o rio e mudançando. Sugando-nos como se fosse redondo de evocar novas aberta charrua dos turnos, fujamos igualzinho e agora és completamente-nos.
Ou.
Amassar-te-me-à fortaleza do suamos aqui na berma e soobejados depois descoberta por desnível de cobra, ligação líquida, agravar os olhos a beber fechados de céu, recomeçaria deste-me no nossos densamente. Recebo o ritmo, abdico o único como um carruagem intervalo.
A súbita! O bico! A estreita!... é já uma banheira da Sibéria que a estreiteza dos pulsos, essa puridade, encalharam que primeiro existes tal como se constrói.
Depois malucos vão peixes e peixes.
Depois vão peixes vezes e vezes.
Depois a linha do horizonte, entreabertas;
Depois assim mais que fizemos bem a contar da partida e a verdade a mando do bairro, rua por rumo, compressor a prumo - - - - “sul estreito-te remisturando saídas revirar, arruma.” - - -
Pelo cedo esqueceram-se seja de quem for, ou estratos à cancela, fumaria, cai da improvável mais à frente onde só alguns aguentarrrram mais Setúbal.
ou
encostados no vitrina atrás iludir-se;
ou
telhado manequins com repetindo de música;
ou
Hitler a suicidar-se mais uma vez;
ou
formatura variante Da eróticos;
ou
vais com zeros;

ponteiro da periferia, abalando quaisquer vezes, indica - - - - “Para oeste novos talvez espreito-vos” - - - -

Incessante esse mudarmos, sendo fértil inacabável barra faz de exactos estendidos por subjectiva elevação.

Despedir ao doar-te nós próprios, seiva de máscara por partidas totais, suas chaves da começo duma carantonha a passar...

existes tal como se constrói

5.5.07

Rigoroso Liçença de Acendedor de Isqueiros


Custear-me impresso ofertor 50 teus $





Rigor 40, sobre que não risca

Isqueiro para anual acende-los de usando



***

Proibido-te



É proibido oito e oitenta obrigatório.


Infractor toda a gente ou um simples rigorosas detenho-te de acenderias-me que violado em nº28-219 de 28/219 de 219, A19, desconfiardes de munidos delinquente multa, ou denúncia em condições de máxima, ou denuncia por crime calando.
É proibidíssima, limitado ao atinge, competente com sanções carrasco e punida civil ou o dobro dos pesada, contra vezes delito respectivo, multarão-te-te-te-te administrativos; arrumo disciplinar; em imposto; ou à posse já outros flagrante severa tem muito que se lhe diga ilegalizadas.
É proibido elevadas ao dobro ainda acresce dela, ou licença salvo restrições seu obrigatória sob impedido Sr.: Deercilina
ÉS detenção «estás sobre-delinquente» acresce autuantes de autuado automaticamente. À polícia código, a infractor seremos duzentos e cinquenta sobre participação, em agravado a sua isqueiro ordem de incendiá-lo fiscalizadas.
É autoridade Julho e traição Janeiro, respeito código por mão de inválida Portuguesa ou República de acendedores, licença de perda de Estado e servidão penal de impressos inflamáveis.

desconfiardes de munidos

(Retirado da Meticulosa República em Julhos)

25.4.07

Primeiro jornal-de-mastro Impensamental

O jornal-de-mastro (a ser pendurado cru em todos os salmos)
As notícias seguem em baixo.

notícia nº3 - entrevistada


do prédio e enviou, Nuno avisando
Humilde a partir de então, a armadura entende crescer quando solicitada.



Contemporâneas?. Classificados?, ainda que vários à coluna, em Lamego, tendo assistido ao posses mediana põe erros de Abril. Esse arsénico de rotina nem a máquina sente queres sendo fácil. Fácil é puxar gostava se dirá Espesso como nunca.

/Espesso - Bate-chapa, oficina de Nuno Serra”, correspondeste dessa opinião, nem caixas porque está?
Nuno
- Bem! Presumam pelos contém paralelas, classificareis por adopção, e não por torneio, ou subchefe, como alguns me chamam.
/ Espesso - Pelo torneio respectivamente os resultados de extensão com dedilhar?
Nuno
- Ah! Ah! Ah! (risos), mais colocado que passento galgo colado, meu presto, meu quinze com dedilhar faz um.
/Espesso Mas aos comandos virtude possui, ou Mas aos comandos virtude possui?
Nuno – Se avisando do peremptório, Após um recado belga sobejamente demonstrados, nem sequer, referimo-nos dá pergunta, mas aos no acredita armadura entende crescer quando solicitada, aposto (suspiro) dá-nos levar, dá-vos acabou.
/Espesso - Muito tem também a ver da qual serrilha da qual mantém. Desta, com o que reserva em seu presto, seu quinze com dedilhar, que dizer dos outros com um xaile em stand by?
Nuno – Eu falo por mim. Com um sotaque bate-chapa, dessa armadura entende cresce de… de…
/Espesso – ...com uma caixa de papelão equivalente?
Nuno – Quase isso, um prédio! Mas sermos humilde a partir de fazê-lo. Intensificamo-nos sem alcançar efeito, muitos por mim que paira o mesmo carimbo.
/ Espesso Já agora, quadrilha e por fim, ainda não falássemos com ela será plena consoante essas satisfaz?
Nuno – Não. Nem pensar.

Nuno avisando que paira

24.4.07

notícia nº2



áreas como posse de Fátima ou fez
o mesmo depende do vasto

Um septuagenária conta-se-nos pretende nele soltaria em áreas como posse de Fátima ou Sexta-feira, o resto é turvo, o mesmo tais argumentos de equilibrássemo-nos com as
Está caso que triangula à fome, (depende do vasto) quando solicitada e maus argumentos, claro cerca duns dois mil. O relatório pretende crescer de aprendesse sabendo-se filhos aos patrões, é mais como saiu, nem conta palcos lenda. de quaisquer modificastes ou encomenda com quadro possível faz engrandecimento. Mulher doente, mulher para sempre, só o vivente há, habitual com mesma frente contrastam a partir doutro homenzinho acaso.

com mesma frente contrastam a partir doutro

(notícia nº1)


há habitual respondeu-nos n’O Mexe
A curva não quererá escasso às horas

Deverá de transparece o pároco, há habitual respondeu-nos n’O Mexe. A curva não consentia ao sobrevive, não contínua e não quererá que ninguém escasso às horas como se sabe, a uma centena, e transformando de costas evitaria de atingido, e o pároco há habitual responderá o flagelo com emblemas de cerca de 10%
Os donos, por sua vez, dos colocar à interdito apelariam de avenida danos “Abri, abri, destinados de salto agentes vá; Abri, abri, destinados de salto ausentes cá, Abri, abri, destinados de salto assentes já “ e outros então de frente “Semeai as caras porque estás não podemos só disso” disseram está retrato há mais dum mês ainda.

Semeai as caras só disso

20.4.07

Pateadas por duas, mascaraste-me porquê?

(Tento 49ª - pelas caóticas da emigração)
Apaga as porções num vasto acessível insuficiente, seria para te fixar daquele confundem-se com os nossos viveiros e fronteiriços. Os inadaptado procedeu-se à bravura por percursos, mesmo se mais curto abertura, outro servirá desde a sebe aos picos dentro. As massas sendo latitudes e carregadas espatifassem as vias, a pé como animais, as mesmas direcções de raptar sua fuga até Santana, até uma venda, além ao Minho, ou seguindo minha linha nos anos de seca como ficará saco.

“Contigo ainda a subirem para me fixarás ao longe” era a frase que empurrava, a baba fazendo vezes e vezes que deveríamos à grandeza do avanço presto sumiço.
Não bailes por agora. Aqueles que naufragam como se constrói a bem ou guindastes vagando vossa esfíngica Madame, não gasta olhos que aqui estivéssemos. O farolim tingem que puder ser alguém quase a sacudir do nada, sem pontos, mas com um mapa antigo que me visitaram. Ela vais comigo saiu Rosa até já em condições se tingires também.
Para sobem uma régua. Essa é regra, essa é regra de mezinha porque sim!... para que pudéssemos patear por décadas cuidado mascarando suada do exílio. Dos ideais opaco.
Mentimos foi claro. De volta mentimos.
Mas depois traz-me além um laço dessa a cal que não culpa nada da aldeia.

traz-me além um laço dessa a cal

Abril_2007

18.4.07

cenorreia



Esfregai a língua nas palavras
até ser guerra civil:
Envenenai o relato dessa coisa
até ser desterro:
Encenai o retrato do desterro
até parecer bezerro:

E a exaltação de adis perante o que nu (tem de colectivo, e isso é mais que muitos!), atentaríeis à aderente, aguenta-o acesa se és pré-suicídio. Pela luz põe já o cercadura do referência, preferência cá nesta contra-cor de intenções eia!! as sebes barafunda-me do extrovertida, mantido choramingante não é?
A emergência de nossos fétidos não é preciso não é preciso.
Uma “Duraglit” (um produto para limpar a ferrugem, acho eu!) não se importou, sem ver as árvores a crescer, com reacções ao princípio arborizado, e como é visto cena!
Do pareceres calha um agridoce apneia (X) contra companhia insulana nós emudecidos sua aquém sobrem. Vê-las preferia-te mais
enredar-se-ão no
Cautela. Propõe-se-lhes sucessivos de bem-guardado escândalo pela vez, uma (e até nem é pelo preço) irosa pistola de intenções ou próximo da pelúcia mãe. Um mandarete repara. ou deverias ter reparado, abdicando que nem abade trovejará se safa *suspiro, abunda doze intenções eis em coçar, a sustentar, a lasca, o mártir e a testemunha num monte de quandos.


Quando os calcanhares aludem a carpete, já o ambiverde em agarrados ao beijo surge que nem sabe. Poderíamos ir às cassetes, mas a daquele àquela e não faço sobressalto
Isto, enfim, é uma certeza!! E os canais que durante 30 são retrato? Aproveitando uma canção de Nat King Kole, e a única preocupação que roça roupa como açaimo de esperança:
Esfregai a língua nessas palavras
até à guerra senil:
A anonimato está dentro da exaltação que adis perante nu (peça a peça) com um certo chuvisco nas palmas, cara. Lentamente, muito lentamentíssimamente, vem o apresentador de leite gentil com alguns bocados de senil e a bocas pela curva temática cabulando um prontuário oral. Lentamente, muito lamentavelmente, chegaremos, eia!!! no esponjosos prémios.
*Suspiro.

que roça roupa como açaimo de cena

11.4.07

errados do frio

(pela gótica aleatórios)

Está a chover e os híbridos uivam. Na verdade estaríamos seguidos ânsia no beco haviam jaz ou ameaçado a noite já barrenta de aí estalarem pavor. Não estivesse de oculta a mil e seiscentos do vinho, os mestres dispõem-se ao custo da estagnação sanguínea e o sorriso-nossa-senhora aguarda a despovoada soterrados no cevo das cavalgaduras, abateu, abateu, abateu.
Dêem bruscos, uivam à pressa aos nacos de pele nas sombrio ou a incúria das meia-mulher, no dizer despejando, deixara abandonado a débil criatura. Os ceptros e menos braços de alcance, misericórdia da terra e todo esse pranto húmido de escadarias antecedendo o excepto e relevos sem fundo sem
Está a trovejasse e a parede religiosa, espurco angústia que bem vedes desmoronando a ter salvação. Trovejadoramente tentavam os proibitivos a autoridade Dele que nos vem à tona tão tímidas e doações de coragens, falsas opulências, riquezas castanhas nos invólucros, perdões duplos de luta traidora, e o recuo da réstia com tamanhas cornucópias numa vela de cera.
Quem não se preparou, foi soberba deixada por procurar à terra do que Invernos, do que em vermes, quando o melhor castigo fosse a cesariana das cinzas de lés a lés. Mas está a uivar e as chuvas mareantes brutalizam as paredes a que lhes dessem a sua mais gélida bênção e abusásseis empalando o esfaimado no aviso:
- Quão errados estardes vós que dizeis “NO VENTRE-DELA NÃO HÁ FRIO"!




 íntima luz do efeito das pedras

7.4.07

Pelo lençol devagar rodeado de lençóis rápidos

A rasoira limpar-vos-á da emergência ou qualquer tufo de extrovertidos ligados ao ventilador que não posso recusar a abundância da inevitável. Disseste-me, diz, disse, diz-me as palmas e o chinfrim da nossa arriscada. Não sendo um corredor central ou formigas resistentes no panfleto, sem teríamos nada para colar às paredes. Só que ritmos esse desejo de fazer um laçarote póstumo que melhore os restos, já rijos, já ridos.
-Vá.
O morto está blindado pela morte e um lençol devagar.
-Vá.Os veladores, estivéssemos de pé sobre palmilhas de sapatos maiores, não chamando às fantasmas nem subterrâneas de tinham ouvido fanfarras&respirações até brandura serem eterna apneia&silêncio.
-Vá.- A morta é descomplicada e milhares de microfones pendurados, não dirá paranóia do colégio. Ou Nada. NADA. NADA. dissera o senhor do pêndulo.
-Vá.Os mortos, referindo-se ao fumo, não é verdade. O cadáver não tem dispositivos para se conceber em alocução àqueles tão altos preconceitos de… um sedutor piscar de olho à frente dos veladores;
- Ahhhhhhhhhhhhh!!!!
- Vá, vem. Vem...
É à recém-nascida, controlado em todas as etapas, num abismal esbugalhar de olhos desfruta o berro.


-Ahhhhhhhhhhhhhhh - o recém-nascido-abismal desfruta o berro.
O celibato da morte desfruta a recém-nascida rodeada de lençóis rápidos.
A morta, no seu grupo de referência, não tem opções de começar e nem segue as setas na campa para apanhar o voo das 18:15h.


guiai os vivos e os cadáveres aos encantos do mesmo caos

Atraía ao ciclo para atravessando


(da caótica primaveril)

Um Lauro, com aquela veia de Março, agarrava duas máquinas de escrever pelas teclas, como quem agarra dois flagrantes pelos cabelos e saem do prédio sem ter escrito um ciclo. Preferia várias jarras, com os pés nas sandálias vendados, estariam cheias de respostas gastas espetadas por uma flor sem profissão.
O livro de carroçarias (penso!) sensivelmente a prumo não atravessou a avenida durante todos estes anos.
Mas, exaltação dos ovos?
Se deverá suceder novas intenções? àqueles tão altos sorriremos duma paradinha das pálpebras; do chão que vergássemos; do camponês a olhar, feita mandriona, para um arroto verdejante com a cauda pisada de margaridas.

altos sorriremos duma paradinha nas pálpebras

(queria dizer porte à corola no máximo)

2.4.07

Estivesse em duradoura o assalto gorava

(um episódio escasso)





Instalar-te-ias com imensos pigmentos se toda a periodicidade fosse inabitável”, é o velho ditado! Mas a capacidade largada, ao contrário destes movimentos, abrem dois ou três oblíquos aldrabados. Toda a gente sabe que pela rama os indivíduos puxam outras quantidades, por ela adelgaçada, ao vasculhar a coexistência; ao vasculhar no escuro.




E assim aconteceu.


Edevizes, banhado por segreguras, faz…. faz duração pelos volumes ausentes, (representados por pintinhas brancas), quando desunidos da parede, embora quase toda, só pela cavidade deixa nítida a garagem neo-repleta. Associada a essa possibilidade muitas vezes, ventila-se que os estucadores, bastante introduzidos e também com pintinhas brancas perturbadoras, são muito interruptos. Ora alguma coisa se justapõe por tal opacidade! E ninguém gosta que lhe vasculhem a coexistência no calcário!



Há que instaurar.

Como zona, aquando o lugar permutasse este factor repentino (como diz o outro), a fenda será um estuque excepcional, e não uma consequência grossa.





Quando desunidos deixa nítida tal possibilidade




1.4.07

açoite suave metade do lápis

(sobre os absurdos do regresso)
As paredes merecem melhor para janela jamais do salão de bailes, afecto à gaveta, deixa-me as madeiras a uma hora que não chegará. As mesas e bordadas está ali virada com tranquila por esperei supostamente à Matilde não faltasse-lhe colorido. De pratos também passa por aqui recordo a próxima pelos pós. Foi ali, anónimos de camisa asseada, algures orquestrador sob a presença dum dramático saxofone faz prova fiável este encontro da sebenta década como se tivéssemos coloca-me vida.
Penhoraram do soalho arrasado mal se vê na terra indefeso todo o tempo, todas as perdições, todas as manifestações e certos degraus em pedra.
Que dia de onde a tens?Não tentes contar-me o que aconteceu muito.

Podes mentir à pausa mais beijada deste mundo, sonha com esse passe, quero saber ao berço com umas grandes barbas que não ligam à prova uns dos outros como me saio deste silêncio resisti-te. Adivinhado xaile dessa senhora, hoje também sou esse homem aí sentado onde as rodas passam e se esforçam à super-estrela.


Podes mentir à pausa mais beijada deste mundo, que

29.3.07

ERRATA


No texto com o título “PELA CERTA até lá”, onde se lê:

“Disse a Juana o Gonçalo perguntar:”



Não se deve ler:
“A Joana disse para Gonçalo perguntar:”



Mas sim:
“ Dissera a Gonçalo, Juana pretextuasse interrogar:”


destino ali os pertextuasse

(se Juana pretextuasse interrogar)

PELA CERTA até lá.


Perdido no bairro, como à Outono Gonçalo, inventou-se com a Juana no meio da ponte á ver os mareantes. Começa nebuloso do outro lado da serra aproximada pela praça pública.A tarde alternância quase a revezar-se.Uma peixeira correria á tangente de ver-se a direito chuviscos algo fora da estufa piscícola, (especialidade da casa: ostras de resina) a um acaso perdido, por depois do ocaso em praça de outras pescadas. Gonçalo perguntava-lhe aflito:

- Desculpe, podia dizer-me onde me de estar para vestígio fora de gelosias desmedidas à frente de largo Rosa que não sei?

A mulheraça foi a sua atitude comprazida em saber mutações surpresas, eis voz da operária:

- Andaria mal complicada ainda de largo longe nessa Rosa. Bem ainda mudara alem!... Deixe-me cá enquanto alaro o nervo…. - couberam uns cinco segundos a explicitada que não esteve inconfessa de silêncio, e depois reentra - Já a virar para á gelosias, em frente no que pensava gasosas do consórcio qual atitude vos indico! Isso vá é bom direcção de postigo à esquerda de convento de ulemá, na terceira gelosia depois fora os vestígios de mais para lá uns cem.

Enganar-se só uma praça, ponto que ia fazer figura de levita. É que pontes a Rosa engana a pouco de um metro, mais ou menos. Logo aí que não é na rua, mas logo abaixo das cabimento degraus fortificante até estreito desvio lá acima, sempre a difícil subir.
O chuvisco respondeu apontasse o dedo, Juana de espantado para Gonçalo.Ele riu-se e qual andava mesma peixeira operária molhada bem alegre ainda vá que não vá.
Disse a Juana o Gonçalo perguntar:
- Da ulemá com a ponte passam do mesmo lado? Ou por amor de Deus o que são largo Rosa nas vestes nº1, 2 e nº3?
- Sim. – respondeu a peixeira á chuvada amolga - O mesmo que só uma praça já ali que não vai dar a gelosias, ou seja, depois de encarado a coisa por este lado da gelosia.

- Pronto largo Rosa, há que raciocinado... – confirma Gonçalo apontando

- Mas também já vamos no quarto perfeitamente sem altercar Deus. Afinal era pela linha simples do trépido. Percebi. Obrigado.

O topo já é de noite e Juana é que não acendeu isso, mas não essa coisa do enlace primeira vez, beija Gonçalo abraço de intuitivo alar.

o destino ali os levou à luz

Fev.2006

Na astúcia às 10

(uma caótica caçada)





Foste-nos assim matilha, daqui aos quartos decidísseis boquejar cheiro a mato, cheiro a rato:
- Então vá lá! Bebe, obedece, escolhe aos todos espingarda desse laço sequer má cão. Não foi grande caçada mas cospem meio-fulminantes mal, bem gabando meia dúzia dum faisão até estavam bêbados disto às golfadas…
- Espero que te reconheças coleira, analfabeta.
Petisca asa abatida como pusesse toda molhada de souvenirs de vísceras em cinturões de cabedal. Há nesta casa uma incerta gelatina palerma onde transbordas aos soluços o consentimento.
- Espero que te reconheças coleira, analfabeta.
Foi fartança à falta de mesas todas de mesa assentes ao troféu, sua mesada providência. – cabeça para baixo reformou provérbio pela gélidas umas esmiuçadas de parapeito, cobertas de pingos de pedra de tábua abertas com uma taramela antiga.
- Fechásseis com areal esse desmesurado fulgurante, afinal não sombrearias lume mas estripado despojo na ponta de um cano amargasse com (…) levantou julgo manjar-falho palácio-tripa encostado a um painel de azulejos representando todas as fivelas, todo o coleirismo.
- Espero que te reconheças coleira, analfabeta.


Esperámos anos por esse arame que nos ata e como sua prova de gratidão: barriga de ar. – dispuseste a comê-lo à maneira já, má matilha que engrandece possante lembra-te de te salgar disto ou tropeçarás no mofo.
- Lembra-me a sorver desta, lembra-me que disto astuto laço que entesa corrente. – refere armadilhando, ou nem me pedirias caldo és sabichão de bater desculpado regras de promessa. então? e então? então? queres-me o pescoço? E o pé também? neste ronda de farsa em ajuda mate (excepto o brilho da própria saliva que me cobre a parte caçada), alerta o que deles servem mãe de drama e fomes faustas à pressa.
- Espero que te reconheças analfabeta, a vida te espera se pulo onde te é coleira de prata, espessa como ao cinturão de couro com aperto de vaidade por pregos gravados, escorvas e exageros espetados num vendaval nulo de falsos recuos.
O trapo é transparente mesmo caído igual na esparrela opaca.


Os nossos pais a alvoraçarem, precisam de gravuras manha, carecem de matilhas, não de filhos com cinturões dele, outra vez troféu, fivelas a brilhar nem cavilhas que se pareçam.


Fev.2007



incerta gelatina palerma, cerecem de matilhas e aperto de vaidade

Beiró de ceptro ó grão

Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínim...