12.7.11

Quases d’água



Como noutras desse nãohá-de preparando 4
Um de cada vala em dizer que mudam coro a 900.
Onzes de mar nãoHão-de quase d’água nestes quadrado
acho tão alto a qual 400
os óculos manda re-mim-me debaixo de água escorre
por mais darmos qualquer mãos sentadas de molhos
e muito mais? podeis de ansiosa mandarim, apenas uma pequena proporção da poça
à gárgula fosse mo’rgurlho de reimins aquando debaixo d’aqua
foçasse de brandura às pontes de lá.
Eu sei aqui conter-me-te desta bem
Vais vedando uma grande quota de jorras com goteje
debaixo d’aura ou 444 nToheass… nota-se quases d’água.


a qual noutras veda proporção

22.5.09

Prateleiras de rã


töten sie alle
STOP
mata sólo unos poc
STOP
berbequim colide dez por repressões um pagamento dos 20.000€ o quil
STOP
rase only tha
STOP
em covas do espasmo rãs pulam a mentira oblíquo já hor
STOP
susto, ai que susto mini-falangetas prendem o berr
STOP
aterrou os Ocean
STOP
Não poss
STOP

STOP
n
STOP
Ai ai
STOP
STOP
STOP
STOP


A Alemanha à altura dos olhos salta desmesuradamente um serviç
STOP
vastidão é fêmea à queima-roupa vi-a salt
STOP
salta a rã tranquila…
salta a rã serena sobrepõe-se à potentíssima remesso de coxa furtando-lh
STOP
A rã
ali que os espante fuga à esqu
STOP
Permita-me o solucinho tira-lhes as estra
STOP
alisa os nadas STOP
estarás sempre nenhSTOP sempSTOP nSTOP
esfolSTOP
autorizando o erro movediçSTOP

A rã feliz é feliz é feliZ…

Hã?!!
É FELIZ
É FELIZ
partilhando chances e simplicidades…

e àquele humilde ser sem fronteira
fora das caixas
ou
toda a vastidão do pensamento
ou..
como tu dizes:
amo-te num dia frio.”

Vá e àquele humílimo ser sem fronteira

15.5.09

uma reentrância


Ele tirassem com um
alfinete-de-alma
todos os quandos do tempo.

a-tirando alfinetes-de-alma

2.5.09

ALICATE NUNCA


Isto não é uma feira surrealista!
Portanto,
o Hugo não tem cabeça de caranguejo,
nem há braços cheios de répteis.
Neste humílimo espaço muito mentes abissais,
quando muito
um ombro franjado de túmulos numa mão muito aberta
isósceles a língua completamente calara
um objecto estranho na algibeira.

Hummm, um objecto estranho!

Entrai então
minha lábioquimia serrada
minha ponta na terra meu arsgrima…

Mas isto não é uma feira surrealista, repito,
sem um olhar um sem um Correio da Manhã
sem um…
com um com um
sem um
com um
com um Correio da Manhã
com um com um sem um com
Gang aperta mamilo de mulher com alicate

Claro que era preferível Hugo com cabeça de caranguejo,
como inventam os "surrealistas".
Aqui o mamilo dêem com línguas gang amariamos.
É tão raro,
tão raro o presente!

Entrai então minha lábioquimia serrada

1.5.09

O ABCESSOº NUNCA FIRA TOSHIBA


Foi agora foi mais que me foi explicação foi da gorda.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doença.
A líguéma doêçnº
a linº u doéçº
aligº dº goéçº chocolªt
Foi agora abcesso foi quinto e nunca foi como fira cá Toshiba.

Um cura perto como sãs convertera
/e senta-se com a garganta/
serve de masca
só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria.

Pois temos!
Conta-lhe lá como foi a curto prazo.
Foi o ti Zé Carlos foi nunca mais que me foi caros foi do gordo.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doêçnº
a linº u doéçº
algº dº goéçº chocolªt
a alngª u duçeº othibª

só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria

28.4.09

ARQUIVE ANÁLOGOS SIS


Dossier - 1
O pavimento gigantesco, diziam expor único indefectíveis, um conjunto trova melhor no transpor quem more e lute ao redor…
ouviu-se o rádio "...ahrrrgggggg!!"
Se tratava no oco de ancinhos e forquilhas...

Dossiê – 2
O mofo do odor: Revolução

Dosse R – 3D
O Radar Eco¿
Ou o radar eco?
ou radar eco¿
ou urradareco?
ouradareco!
urdareco!
ourdreco.
urdreco.
ourdco.
udco
ouco
oco
ou

Doce I é – 4+
“… tenha dela que não compreendem. Diziam expor único tenha fixação ao dossier 8, tenha fixação à filosofia tridimensional. Tenha. Tenha fixação ao major. Tenha fixação ao abandono terminar. Essa fixação ao eco. Essa fixação num à parte. E isso agora é cera, uma cera dissertiva a pingar propaganda. Tenha fixação dessa fixação captada dessa fixação dessa fixação medida em mega-milhões de oco.”

Dó Si R! - 5
Oralização número cinco cumpre a riem-se em mise en abime mete dó, prendeu-se já meta-milhões de análogos sis. Uma contradição! Um exagero!
É o infinitésimo pondo-se já velha-milhões de tal. Agradeço de arrependa.
É a tecla campo se ressonância de anunciar fast, very fast delas descontínuas. É esta descontinuidade pondo-se já velha-milhões de irrompe.
E o despontual adequada já orelha-milhões de segredo.
E o infinitésimo perdendo já oco-biliões de importante.
E o directo justaposto à soluça-mil-milhões não presta o presente.
E o tirado equivalente pondo-se meta-quarenta já nos tinha caído em cima.
E a tentativa já velhinha-mega-milhões rói o resto pioneiro.
É (magnífica) tanta animação… ahrrrgggggg!!
Só a anunciação arredonda o curto parênteses por falésias e trova moles ocomatopeias.


despontual orelha-milhões de segredo

23.4.09

CRESSE

E eu conhecia-as
de gabardine.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar à festa sacas sem peseta.

*silêncio*

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso rearrojava dúzias assobiando tijolo a tijolo de malte que até se quis madrugada gélido num Ford Capri todo partidos.

*silêncio

*mais




*mais


Tinha peso a partido Amarrariam-nos.
Se crêsseis a assobiar dúbias,
a maltear braço por braço só um muro inteiro de letra-povo Dum Dois Cavalos pisado gabardine.

*silên

Teve o sangue preso Polvoescrevinhavam-vos.
Teve o sangue pressa,
solto é uma hemorragia.
*sil
Solto é uma hemorragia escreverdes na ardósia Ovomaltine com o próprio punho só rearrojasse quentinha já de manhã.
*
É um Fiesta, creio.
Não, É um Ford mais de letra-murro.
De letra-mudo daquelas em feira expulso de carga com alta noite à parede. Agora é só o que tu pensas, é.






escreverdes na ardósia até j´

28.3.09

leu pouca presilha




apucazilh é uma palavra com problemas.
O Tiago, oculto aqui, não sonha vitelas
nem quase a pronúncia dêem precipitado.
Parece que o apocalipse leu pouca presilha, lá Tiago caíra:
apucazilh é uma palavra paraplégica,
(mesmo assim pestaneja um pouco estatelado lá em baixo),
foi Tiago, acordado agora,
não moverá vã
a brusco rebanho dêem a deambular apucazilh

leu presilha lá em baixo

18.3.09

GAZUA EM PLURAIS DESTA EXCRESCÊNCIA

Gaveta menos inconsciente favorece-me realidade entreaberta,
sois dúvidas de provavelmente; sois espartilho há exéquias;
sois fruto-furto ermo de ganância quer a roca fie-nos por cobardice ou não.
O mamã, gomo de jibóia, foge-nos torto suas mortalhas abaixo. São demasiadas fotografias! Duma coisa à outra, por muito revista que uma bagageira velhíssima capa por biscate, simplifica plurais à pressa, a safar calçada afora por servilismo. Perderam-se as ligações!
Perderam-se! E podia repetir esta excrescência mais uma vez, mas
Já agora, perguntai-lhes:
«A lista de Vison tomara o lembrete de outrora gaveta estupefacta.»
PERGUNTAI-LHES:
«?»
Eis a lista de gazuas:
- Sumno de lim
- Snmo d lnmão
- Smnuã de lmio
- Snmno d lãmi
- Smulnuo dmuião
- Smlnno duimão
- Smlnodunimão

Pose desaparecer quem te tormenta as cabeçadas,
pode ir fingir o chaveiro afecto às lágrimas. Mas é “Sumo de Lâminas” e podia repetir esta evidência mais uma vez, mas as imagens já estão cicatrizadas. Os sorrisos agora são fetiche que vos tomara rasgão em capa de gaveta revista, são apenas dois Agostos púbicos. Orfeu de casaco axadrezando já apalpou esse coice dos anos. Resta porém o lembrete de tabuada, já putrefacta de sãos, despindo a película. Daqui a cem cadavéricos, mais que nus, os mesmos sorrisos uniram-nos como cadeados.

escrescência de espartilho à servilismo: perguntai-lhes.

16.3.09

MÃO NUM TAL COMIGO


Põe prolongam-se põe sobre o seu surgimento, pôs quando manápulas sujem ralo a minha vazão. Houve aqui nas manápulas uma espécie de vísceras, uns espectro de janelas surgimento, ou rejeito de momento num tal comigo muito emprestado. Não largues o infinito. Mexe lufada quanto estranho ar perfeccionismo mais abençoo resina.
Relojoeiros socam agulhas de glamour, minguando o que pica ainda mais à força de levantar paz no últimos minutos. Creio teu detalhes. Creio ter a quase. A escrever posta de letrinha delicada
faxinando semi-palpadas,
o pão brutalmente amassado
enquanto os nossos manchas disputassem aquosa sombra de luva para além de si próprio.
Põe ali, sim põe ali na Lua.
Pendura as chapadas se carecerem o último porto aberto à secura da emergência. Afagai-nos as lágrimas com os punhos medievais e nada. Quererdes segurar-me calos por adeus de lenços, se soubesse… ah que matança! Se soubesse prometeriam sua concha dar de beber numa corrente de pombas. Nem deixaríamos cai essa palma emergente apareceu tudo o que por vezes apanhas.
Contra-manipuladas de livre defeito, nunca manápulas serenadas, puxadas dos cabelos que virás ao entusiasmo. Quatro são as tuas quatro manzorras escravas com corpo directo de rojo pela humílima textura instintiva. Pega nesta grosa já.



disputassem sombra para além de si próprio

10.3.09

U irreversível volta

Capitão,
o que é aqUele coisa ali?!

Dele qUem atravessas enquanto mal virá U imperdoável.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar)
Aproximem-se tanto,
esqueci-me em lábios a pousar suavemente, mas porque vos colherá enquanto prendaste a tal dança, canta sua miraculosa língua, fugissem no céu só por sucção têm pois a rosa apanhados.
Vamos pela ponte, Maria Inês.
(suspira) Enrubescera todos te atraso a um trilho. E mente a encolher dos ombros de verde prazer?
A mente tira se deveríamos coragem ao misericordioso dar das mãos.
…tanto, tanto,
tanto Universo
só a ponte mentira e vai como uma grávida pontual lá dentro…
Esqeci-me de qê?
QUe hoUvesse qUão te pilhas tarde de mais já passa no UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
ouve:


escuta:


.


.
os meninos cortados pelo comboio ainda mexem:
cair-nos coma o santo caarnal quando ainda narciso, "lá buscar uma rosa giroflé-giroflá", osculardes a paz "giroflé-flé-flá":
Ouve:


escuta:


.


.
também a prenha cortada no carril ainda mexe no colo:
no Universo:
a ponte comeria-a sobre verdes perigos Inês Maria.
Esqecime de qê?
Do U que pilha de qUem jaz no céU por sUcção:
Ouve:
UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
Os meninos cortados pelo comboio ainda mexem de todas as cores.
Todas as cores, capitão.
Todas as cores ao colo, capitão.
Capitão,
Todas as cores ao colo deles volta a dançar.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar).

esqueci-me, tsht!

9.3.09

conto de fadas FIM

.
de fundo então velho manco
.......................... saco
................... mas unha em quartos enegrado

....... estendendo à mais ínfima
........ voe
.................... FIM

18.2.09

Riscadura de


Posteriormente, a chuva inconsciente do chá,
ou agora já no blaser.
No bolso.
Riscadura de cauda, qual xaile gela solto
estamos a ouvir o Sol cometa a cidade voando centelhas.
Quando a vedeta chegasse,
Vem tocar como seria
o coração à chuva vedada amua!
Nem que cometas à bordadura fortificada,
supra batida
supra badalada
a verdade a fumegar no blaser a sete chávenas consciente.
Ao Café Rua, expresso aromática o néon,
brilha de rasgão uma série de xailes
e essas caudas de lantejoulas esvoaçantes
que a noite cometa em sua vereda.

Essas esvoaçantes que a noite cometa

15.2.09

lapa ao mar

Cada ser ao ouvido parece que sim
mais que o sossego da lapa dizendo que se cale.

Cada ser aos olhos parece além
mais que o sossego da lupa cegando que sugere.

Cada ser à boca parece que está mesmo
mais que o sossego da papa mexendo que se meta.

E a gravidez do dia fosse-mos levar as ondas.





Adormeça a tarde, parece que sim

14.2.09

miúra, o Papilon ao voile

Que tem Papilon I que marra o voile?
Cometeu homem de plissado miúra espécie vã?
Eis o contraste em palpos de capote vêm cavaleiro
e borda fetiche que ele, Papilon, sujeito em toiro.

Que tem Papilon I ?
Serenassem chifre merece hoje juntos recomeça algumas
recomeça algures,
começa nenhures,
o pôr-do-sol
com palmas de sangue espairece sentença à sombra.

Que tem Papilon II que marra o voile?


Contraste em borda fetiche

29.1.09

Tabuada da onça

2x1=2
2x2=quas
2x3=9
2x5=10
2x6=humos
Dôvez quátroito
2x5=10
2x6=24
2x9x2x9x2x9
2x5=11



2x4=onça

19.1.09

DESMASCARAR A EXORBITÂNCIA COM SESSENTA

Já Emanuel, não o segundo, tosse o caudal de sonambulismo. Forjasse-lhe já a celebração da água, Emanuel, não o sogro, vagueia, vagueia agoiro inflama do já Emanuel, não o seg…, o sss, cuja prática manteve-nos água por um triz sob vela mediada, já Eufémia, não a fita (a enfermeira), corre atrás desmascarado a exorbitância gota com sessenta, já Emanuel, não o g , aguenta, aguenta, aguenta o que pedras tecerá, subjaz apaga-se por um fio. Já Eufémia, ela própria sim, torce a série à paisagem de águas e trá-lo à realidade.

Tosse o caudal de sonambulismo.

18.1.09

ESTE INLUGAR

As montanhas sem propósito quando correm para .ác
Têm chinelos, têm gaiatos a rebolar pela terra,
têm narcisos pelo som vermelho das poças,
Quando muito estavam todos à espera de sê-lo,
como cada faca de outra reza.
É de tal densidade esta sensação!

As montanhas sem propósito quando .ác arap merroc
Têm socas, têm viúvas de joelhos pela terra,
têm goelas às covas do vento,
Quando nunca, estavam todas à espera de tê-lo,
como cada alguidar de outra aldeia.
É de tal densidade essa perda!

As montanhas .ác arap merroc odnauq otisóporp mes
Têm botas, têm soldados a escorregar pela terra
têm harpas no coágulo da noite,
Quando muito o amanhecer já não conta,
como cada brinquedo de outra mão.
É de tal densidade este inlugar!

12.1.09

AQUI E AGORA (fragmentos)

À prova de choque com um gesto cercado,
erguei-vos aqui do lázaro, com os cornos mergulhados, beberam o desmanchamento da morte aos que pregarão exactos.
Portanto,
para as bóias que se atiraram aos afogados:
SAÚDE.

Para aqueles, os desorientados no bom caminho:
SAÚDE.

E às árvores que curvam e tirámos essa pergunta;
Ahhhhhhhhhhh!!! Saúde.

Aos que batem à porta e ficam na rua de bois;
À ordem cúmplice sem taça para estar sol.
Àqueles que não tinham e tornaram-se na noite de 17 de Janeiro de 2004.
Iiiiiééeéééééeeeeeeeeeeii Saúd

À contagem do zelo final e era ainda um. Aquele ali.
Ao desmiolamento das grit… das algazarras;
Às tripas até à garrafa tivesse um susto,
Mais,
Aos mentirosos e exagero de suas “queridas” afinidades;
Aos derramamentos até chegar à fala, mas não passam de espumante.
Êêêêeeeeeêeêêêêêêêeee

Como me junto à curva daquela árvore?
«Há umas duas semanas atrás, os rochedos sem precedentes de onde lufam as brechas vieram estas lajes numeradas. Caríssimas!»

Aos heróis que ficaram sem braços e apontam para ti.
Ah! Ah! Ah! Ahhh!!!
.
.
Aos…
.
Ao vómito que sem apego, mancha muito ignorando.
.
Ao, ao…
A esta costura, aqui.
.
.
.
Ao…
.
.
.
.
.
Ao infinito das alterações;
Ao…
.
.
.
Ao erro de pensar cheio de carne.



Aquele ali.

11.1.09

Beijário virtual


Um beijo com três rodelas,
uma das quais leva a urgência do nú
a outra leva a boca onde posso estar lá dentro
e a última tem o poder de excitar tudo vezes sem conta.

posso estar lá dentro

2.1.09

ARAMINHO DA GUARDA /JARRA DE GANCHOS


Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.
Abriu a porta por dentro e
só o guarda chinês, sob-fissura, fazia-a qualquer noite numa jarra de ganchos.
Numa jarra de ganchos,
numa ausência de margaridas,
já eles ocultando de bruços pelo chão curvassem araminho grande.
Cavassem araminho grande,
tirassem por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme a mais quebrou.

Só um gancho chinês, sob-fissura, faria uma noite com um araminho da guarda.
Com um araminho da guarda,
com um alarme de margaridas,
já eles, ocultando de bruços pelo chão, entrassem de arame curvado.
De arame curvado,
orquídeas por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que denunciara de vez quem vos tranca.
De vez quem vos tranca,
à vez de quem vos arme,
Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.

Já eles ocultando de bruços pelo chão, cavassem de araminho grande.
Cavassem grande a noite,
quem por essa jarra os traga,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme quebrou.
Que de vez quebrou,
à vez quem vos leve,
só o chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria mais outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fiss

Traria outro chinês,
traria ainda mais outro chi
Holanda meteu a mão pela grade e trancou tudo por dentro.

Crasso erro esse que denunciará quem vos leve.

18.12.08

O toque da fã

Ali no palco a tocarem qtoque, não consigo
Estou a g
São os tók
São os tók vejo que a-me arrepio
Nos tók estou a chorar, não consigo
São os tokio atocar estou achorar amoachorar
E choro a quero emo toque
Chor emociono-me aa Tóquio
Não consigo choro e bate bat estou tel com os
Tóquio hotel não consigo ouvir
Estou tão tempo troco soluço a chorar
já não oiço
desmeio de amo chorar e os tókio hotel a chorar
E choro ainda por hot eles
que nao vejo
Sou deles os tóka-me hát imort chorar
Oiço nel palco ali tão perto já aqui
Não me consigo controlar não choro
E arrepio e emocion consigo,
estou a chorar


não consigo ouvir

19.11.08

Diamante

Alumiar os olhos directo aos avaros salta quem te ri.
Há algo escuta esse aparelho tão evidente.
Nos barracões:
Tivesse-vos pose a varina bradaria aos serôdios suma história após história, mas nada que nos chegando ao domicílio na brandura das nossas mãos, réstias dela.
Na sala,
tudo o que Domingo sobeja é uma imprestável salva de fracassos.
Nas ruas,
vós os bravos, essas estrada afora que só fazem cimento cada vez mais estreitas e amuralhado em escadarias e salas e toalhas tensas e réstias de côdeas e uma blusa a arder e vós os bravos afora numa corrida de bicicletas cada vez mais becos a escutarem horas de cinzento.
Alumiar os avaros salta aos olhos de quem ri na tua requintada.
Nos barracões
e voltem à esmola de vossas mãos. Ponham-se à escuta, varina Tudo o que penso chega-lhe ao Domingo na brandura das mãos.

escuta esse aparelho tão evidente

13.11.08

feto ao sifão enrolado


A lógica é... talvez.
Mas revolta nos meandros opaco, convicta, separa confusas destes semáforos ora obviamente, ora peremptório disso quando as passagens trajam emaranhados, as ruelas em esquinas a confessarem-se umas às outras a noite balançando contornos da ultima vez, o raid vira-me ao contrário desse juízo a fugir na estrada a correrem atrás de mim a pino a a a, a mudar tudo, a esconderem-se debaixo da cama, a a ponderação a decifrar disparos subjectivos, coelhinhos a ralharem na cartola com falsas juras, cruzamentos de fetishes dispersas, música, muita música e filas enormes preocupadas fazendo escuro com réstias de sono atolados para aqui! E nem… e nem encontrados com vidros partidos de pontos de vista à toa se finge a verdade.
Se se buzinassem de Deus tomara a equação conforto da manta,
se puxar ao sentimento,
valha-me Dele e tapar-me humanamente, isso aí Sim, além passaria legendas por cima dessa condição, e voltaria atrás para dizer logicamente que Não. Mas Sim. Não. Não digo nada.
Sim, digo, digo. Sem esses badalos esfolam certeza na descarga de atirar eus pra cima de mim, que vão, que vim, que são, que Gin, que tão, que tlim, que tlão, enrolado feto feito no sifão. Só ele decidirá, mas depois, quando me relevo, os grandes boémios já se foram, e pende o intuir no passo: é-me Sim, sem adornar quase por dois, uma de um lado, apenas de outro, mas é Sim com esses demónios empunhando os factos como Não também à tona.
Mas pode ser Sim. Ou Não.
Se à beira do risco, uma a uma, de repente todos me saem e quem fica à luz por mim sê essa contradição, a resposta sei:
Sim e Não.

Tapar-me humanamente a atirar eus para cima de mim.

23.10.08

Dual: a primeira palavra com aspas


Tem um andar para longe à espera de chorar cada vez mais nau em apuros.
Agora acabou.
De volta começou.
Para lá sumiu-se.
De volta começa.
De mortiça rasgámos a vontade de desistir.
Balbuciai essas palavras volvido o canto alvo quando acreditar mais que a fortaleza.
Agora acorda-me.
Dormitai dorme, dorme, dorme.
Dorme tanto quanto possas vidrar nessas frescas ondulações da quimera.
Prolongai no espectáculo da fenda com um abraço.
Eu trarei a caixa é colorida, “corpo a corpo” sobre as primeiras palavras com aspas e acordámo-nos da ressaca de tantos muros.
É sobre isso que te peço: não desistas.

quando acreditar mais que a fortaleza

14.10.08

Abai os heróis de si


(um fragmento epopeico-impensamental - 2008)

Abai os herois de si

(…)
89
Foi tida pelos áureos sedada fazenda
assinados de volta a Inferno ardor
corajosas a perder brusca sentinela
outros pulsos atravessaram fuzil da lenda.
A fama oeste do capitão é dele mercador
são relógios d’oiro armados com agenda
por meada de luares o fio fosse bagatela
apregoou sobre serras importantes se prenda.

90
Com biombos de Nabão arvoraram eunucos,
lutas de colégios por mil despertassem
a aventura duma flauta atravessara a verdade
cheia muito de trás numa pausa deserta
a luta das facas mexeu-lhes com serena vaidade
o entardecer duma graciosa Limusina
quase essa pérola se debruçasse aos poucos
até novas ciladas de bandeira em ruína.

91
Gonçalo, listen darling, listen to me,
cada captura busca novamente faunação.
Que os extremos abem nus imperadores
cruzaremos perfis arrancada perfuração
por estranheza pá mistura avassaladores
mesmo quando se apartava nítido alento
ínfimas saídas de viajantes inspiradores
só o veludo jamais consentirá noutro aposento.

92*
Uns vão nas almadias carregadas,
Um corta o mar a nado diligente,
Quem se afoga nas ondas encurvadas,
Quem bebe o mar, e o deita juntamente.
Arrombam as miúdas bombardadas
Os pangaios subtis da bruta gente:
Desta arte o Português enfim castiga
A vil malícia, pérfida, inimiga.

93
Acolhei os recem-chegados de fraude obreira
donde polvilha a sequela de canto por mais
molhados da Terra-Eifel faziam as festas
lá para Dália a flor, sequenciardes ladeira
no convés calçado da China às giestas,
partilhasse com luto o sal de animais.
Tomardes guarida sem alojados pioneira
o longínquo de esquecidos colhesse-os demais.

94
Imperfeito coágulo por vozes alerta
só os cavalos relinchariam a lisura materna
suturando o fogo invulgares missangas erigidas
à cascata das causas mais que incerta
p’la importância que valha a ordem das feridas,
o estalar do verniz sem a raça da perna
entoava o pranto das rezes semi-comidas
e repousasse porquês na sinistra descoberta.

95
Por um semelho amainada bússola atraca
soberanos oitavos ao centavo severamente.
Trovejai senhores astutos quão picada pele zelas!
A volúpia mal sobejara bege à sua frente
quedavam enfermos aos rádios se sente
aquando Gonçalo só abraçava as velas.
E de quem dragaria remota peregrinação,
suadas lagostas em mapa cochilavam.

96
Contagiosos canhões de cem por cento
avistaram naves de emboras soou
chagados de lautos povos inquietes
fossem de fivelas gargalhada adentro.
Sobressaltaram a nobre sombra de Sorvetes.
Até Gonçalo nos arrozais é mandarim
trouxe a teimosa geleia de tapetes
por lhes ver pó-de-história-sem-fim.

(…)

a volúpia mal sobejara bege à sua frente

* apropriação da estrofe 92 , Canto I da obra “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões, 1572.

10.10.08

O ponto


No bacharelato do tempo, aprofundei os nervos engulo a elevar do Sol. Aconcheguei à ravina, olharmos o astro, a satisfação das ondas e a brisa cheia de palavras certas, digo-me: “Faço parte disto. Faço parte disto”.
Nunca para além das livre matiz, traçasse-mos a verdadeira jubilada, os sentidos não viciam as horas que eram.
Ir.
Irmos.
Vamos.
Vamos como imaginássemos certo dia a montagem das nossas vidas sobre o canto das projecções num único ponto.
Vale a pena sair.

Faço parte disto. Faço parte disto.

7.10.08

Foge mulher

No forro do telhado, dentro dum saco psíquico
reza àqueles na volta do caixeiro
lanhos por todo o lado com asna espontaneidade traria o triunfo nas botas.
O matarruano, que ninguém extasia a fera sobre um espelho, vem com a matriz do estupro à Pavlov com outros viajantes ramifica ao demónio da aceitação.

No forro do bebedoiro, dentro dum cor-de-rosa
atingirás a madrugada adjacente a gerar manias só vêm escondendo psíquicos que agarra em cutelo à madame francesa quão fio não podem evitar.


Na forra dos pitons, dentro da pasta
espirram os lados por todo o lanho com sob verdume histérico sendo a metade morta por adornos de minúcia e no ferro do pé-de-cabra jazem aqueles três filhos das unhas volúveis como trunfo.
Na forra do charme fostes psico-manipuladas.




Sob verdume estérico jazem filhos das unhas.

1.10.08

CALCULAI-NOS OS SES


Como se fosse acervo,
o infinito aparece sob farpas relevantes
quando nos refere às sequelas de escorço inscrito,
e partisse sequências de mel.
Figurava constantes l’esprit est force de les considérer,
VERGAI
a qual construção força além do lance,
alumiando a tinta em múltiplas de linhaça.
ESPADELAI
como se fossemos um vaso plausível, baseado sobre ilimites errados are friends of mine and cercai disso,
vil consciência de tanto desmesurado.
Calculai-nos os ses.
De que poderás informar, a pontos que devasto um senhor persiste num recado arredado das bruxas?
Seria desejável explicar o inexplicável durante o Dezembro inverso.
Dessa tal escrita infernal
assumiremos que é o pior inverno,
embora Dezembro não seja certo
nem bons desusos.

calculai-me os ses num recado arredado das bruxas

21.8.08

Às vezes começa



Na praça varandins
Na praça principal em primeiro lugar
Na praça circular utiliza ao expor suma unidade
Na praça principie circulamos sem pressa memorável de X
Na praça começa por ser na semana
Na praça quem diria sem zero só nos conheceremos na musa
Não começa só nos lugares me assoma à direita
Na praça circo que vezes à terra ou janelões
Na p
Na praça vaga lá beira não nos encontrámos é pouco
Quem vem que diria às terras? cinco caminhos te começo
ça
Na praça voltai janota a decisão sai às mesmas
Só nudez vão onde ocultais, pausa soltando cortinas, reencontra
Na praça, quem corta à esquerda, obviamente some-se para lá do vão
Na praça, quem vem ao arco, pouco anterior

só ocultais onde te começo


10.7.08

Duas frases Ubuescas


Um tio, mesmo que não impeça nada, é um pudor vivo.

Não se é uma mulher livre, é-se uma sobrinha.

(frases quase impensamentais ditas na peça de Ubu Agrilhoado, na ESTC, como interpretação libre d'O Rei Ubu)

agora impensamentalizando:

O impedimento, mesmo que vivêsseis, não seremos nada pudor dum tio.

Não se é uma mulher livre, fosse-mos um sobrinho.

o impedimento, mesmo que vivêsseis

Sem pretexto vê-se como enrola


1ª parte- O cansaço sem soco

Moído ganha nomes não relação de goma sem distância comigo.
Executa-me em riscos quando mandam obras andando cansado algo que deriva órgãos e não sei sem curiosidade descalça porque vai negativo de aforma derrete de milhões de faces e ao grau de basta o cruzamentos fecham-me derrubado mas,
Sem eixo noutra tabelado às avessas já vi e não acho hoje meio plágio e não consigo, não comigo. e sabe resguardo à espera sentado ainda repete mais uma hora. Se não faz faça. Se não fez faça, que se faça, há vá. Está resolvidas no pantomina dos mundos causa em causa em tanque de dementação, esgotado desmama à carne ou à água não fosse água onde fica preso por gravidade eficaz e cansa-me como fixa.
A intoxicação vê-se mal do mesmo
e depois mais do mesmo à cintura. Cansei-me quebrada, ajoelhado de
a-tra-ve-ssa-mento pesaroso – archote sem ouvi-los, sem desmentir à tesourada.
Como enrola cansaço
minuto a mau e tamanho
quanto faz a saliva pesada.
Deito-me como percebo o calmíssimo pálpebra física amarrota calibrado juz pouco a pouco dado entregue às cosmos arromba, assombra e transmura. Na penitência a maço achapado, desferrosos, rodopio casto a mendigar os músculos à falta de dorso, beleza e um tudo por fazer.
, sem ronha umas a libertar coeso malha em museu do cansaço esteira no equilíbrio a olhar para o centro geométrico do cérebro, onde o sonho velho nas quatro tardes um projéctil desce cada vez maior sob longínquo urde prática e antigo incómodo. Uma santo vem sim! sozinhos de pano melancólico
(um detalhe cansativo, artificial que está aqui, aqui, aqui, aqui explorado em pinça encravada, qualquerzinha, porque está aqui um detalhe cansativo), não é bem assim em todas as áreas é muralha daquele Luís capturado só não é cansados que não querem dizer nada, apenas desci desde que nasci.

2ª parte - O cansaço no cavalete vai-te macilento

Responsáveis por isso, mas. Depois vem ela a falar, sempre na lista ando na lista quase todos eus, por exemplo nós quanto mais não seja o ganha-pão, e não conseguisse mais uma banalidade sobretudo obrigatório enveredar estou maçado.
- mesmo em estudos B sobre a ligação a cumprir chamam-me à atenção para desfeita assume polémica que reclama-me para estou cansado e
- … vai falar com estou desfeito;
- … pela tendência está longe pelo contrário em processo que tudo tem a ver pelo próprio cansando-me.
- … tem a ver com o problema, estou cansado, não vale a pena.
- …empenhadíssimo vai-te ligar com estas duas mil enfado aparecem-me a neutralizar aborrecem-me.
- …modorrar da conspurcada sobretudo consequência aproxima-te e comete a morro de cansaço, pêndulo de vozes a dizerem-me cavaletes de matemática.
- … ergue-te e encara. Repetem. Inscreve-te e vai caçado d’algo e todo o circulo-me profundo abaixo de sem pretensão enrola.
- … há, há, há, existe, há há existe à pressão, há existes-me, há, há por todo o lado existe, há por todo o lado existe por todo o lado, por todo lado há existe à pressão. Rejeita as velhas e ridiculariza as novas rigorosamente há doentia como uns roedores nem motivo.

profundo abaixo sem pretensão de enrola

18.6.08

Do eucalipto como novo



Sobre doado costura pântano oculto, jura folhas secas, folha semen, folhas húmidas dadas folhas ciclos por doar caminha esse aroma de planura à sombra. Almejarás eclipse face de fé em corgos e pequenos por todo o lado ascende até ao charcos.
Á tília desocultada de presente nesgas por cansaço de pedra perdoámos à frente como outras pedras ainda mais quando penumbra, doadas à nascente por galhofa de fonte e bebemos pequenos por todo o lado perdoando eclipse do eucalipto como novo.

eclipse face à fé em corgos

11.6.08

Eia, o tio esteve na Torre Eif


(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

"A minha vida nós já esstive na torre eifel
Desculpa lá mas lá eu em cima
Rimos a até a kk já teve na tprre eifel
Eles não estiveste porq na torre de pisa
Tor epfell e tu não céu mais alta na torre f
Um homem! na torre eifp espectacular,
Deste art cá em baixo du esteve na torr eifeel
Até ou estive na torre eifeee a olhá-lla de lá

Há quem diga que é mais de ner d gulas
Ganha-se n torrêfel na torr e tem se está lá
Todos veem na torre eifel, nem nada
comeste há torre eilfel que de sai de lá
Como já se milhões é lá em cima, no topo que já se viu
Em Franc como se sabe."

Que está aonde na cozinha,
Donde a estante estando.
Onde está a estante?
A estante, Francisco?
Onde está a estante?

(Eu sei,
eu sei
que és a mais linda portuguesa
com quem eu)

Onde está a estante?

A estante, Francisco?

28.5.08

Não sai da minha cabeça, está tecido


A perceito, será na quarta-feira, fomos tirar medidas ao tecidos, supostamente ou eles a perceit, será nas quartas-feiras, fomos medir os tecidos, suposta ela seremos na quarta, foi tirar medidas ao tecidos, supostamente não sai da minha cabeça, não sai, não tiro da minha cabeça saio a percei, seríamos na quarta-feira, fui dar medidas aos tecidos, supostamente tirar medidas ao tecidos, ou a perceito delas tecer na quarta-feira, vamos medir à tecida tiro da minha cabeça, supostamente fomos tirar medidas aos tecidos e ela à quartas-feiras vai dar medidas a tecidos, supõe na mesma quarta à feira ou ela fomos postas ao tcidos trar midas, supostamente a ela, na quarta-feira, irei tirar medidas ao tecido, supostamente, não tiro da minha, não sai na mínima supostamente eu será na quarta medir tecidos supondo feiras naquela à quarta-feira, está tecido na minha cabeça, vai tecendo a medir quartas ao perceito, a dar medidas à tecidos, a elas tecerem feiras suponho na quarta cabeça e um tiro na minha: ESTÁ TECIDO NA MINHA CABEÇA.

nunca sai da mínima, supostamente nem tiro da minha

24.5.08

Uma frase amarela

Uma frase amarela, sem ser preciso referir “limão”, no último exemplo:

A elege já de inquieto foge tagarela ainda mais.”


Último exemplo de amarelo, já .

18.5.08

Custando a existir de tanto

Põe a gabardina
aperto quente, meia volta à parte de ânsia que faltou.
É claro que há reservas mas eles riram-se quando me sentei a tocar ao piano.
2) Notícia.
A gabardina compensa mas o cabelo cresce, cresce,
cresce e não é preciso viver nas suas colo
CAÍ, MÃE…
Sem música não dá em atenção de alguma forma, como evocaríeis percebesse durante sempre no anónimo sobre muitos espelhos sozinho exigente e o acontecer sobre muitos espelhos sozinho a tentar mais longas uma semana a pensar, sobre muitos espelhos sozinho não conseguem e podem ferir ou podem não chagar, sobre muitos espelhos que sozinho põem em prática e tivésseis razão. Resolve-se como abaixo começar outras sobre tensão de crescer espelhos, caso a caso, sozinho a muito mais do acontecer, não resolve sobre muitos espelhos inocentemente mais aberto e mais, nada que fique simples o que real adquire não tento espelhos sobre dos últimos frios e pobre concepção-pesar, digo, juntar-te executando-nos dominar-te, digo, imensos espelhos que não é preciso cumprir passo a passo sempre a mesma história, a mesma tecla como eles se riram quando me sentei ao piano a tocar desde o zero todo o confusões de arremesso e tipos de eus preferíveis sobre espelhos, sobre espelhos, acaba sobre estilhaços, sobre estilhaços, sobre estilhaços, sabemos fazer amor sabemos fazer ambos sabendo reduzido percebe sinceramente maior mais reduzido, fracção de mim faça-se não tem esse lentamente sobre gigante caos custava a tocar, custando a existir de tanto.

Arremessos e tipos de eus preferíveis na foz do monólogo.

14.5.08

? Sonheces pólen de ódio

Sem portas de liberta dissimulação
fagulhas de cometa delinquente sem sonho criais-nos arrogância/
fagulhas de bala operante com ranho oprimimos-te decência.
Camufla abaixo da arreda caixões e chicoteadas
permanentemente que
a pausa do abrupto
agarrado ao pescoço vingativa se debruça já aguda.
Sempre que ali ao grampo coalhámos
atravessando em porta de todos o sonhemente aflige
irá marca mental putrefacta dO Minguado (Ele mesmo)
nossa precioso drama
com voz gutural:
Gralha nessa Bíblia fétida que tens mau por visionária descarga.”
Assim que o vejo
jaz de habituais volumes me fel.

Tormentos além pelos dependurados no pólen de ódio
e vara-lhe grotescas facas de visco
em campos depurados. Perniciosa ordem
gravada a esse tipo de violência,
eu luto
tido como bala cadente com mel, aprisionando evidência.

Sonhecimento com pólen de ódio (entristece-me).

8.5.08

Sê de cão


Começa por aqui (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
Como estes providos
Ser Ç
Ç .
Ç
Sem Ser outra quase-me, ao desolado cume do erro.
Solitário ocupante sua graça demasiado simplesmente.
Chora por curta adentro zénite do cerro
Tendes Ç a escorrer pela boca assim que corta a jaula vertical,
Oh I’m sorry!
contrai-me cão às pintas por miolos a montante
Como Ç’s por todo o lado
Contorcidos de arrependimento,
E colhi o telhado singelo, para o cego castiçal abocanhado.

Ser soberba três em escadaria
Sobe água atada a um vaso inclinado
Água dobrada o conhecente miolo explosivo de curiosidade
Sobre quê?
Sobre Ç, caralho!
Escorrendo ainda mais à excelsa escória
Pelas superfície do crânio,
Quase, quase desejo em rio cara abaixo,
E ninguém Ç
Ou apanha um crime com uma pinça
Extrai-o pela ranhura o ser;
Acorda por perseguir miolos em crânio a jusante,
minuciosamente rijo a pontos que
nada muda a não ser a menina a brincar além ao fundo.
A chave está atada à escadaria, só depois é que!
Atásseis como prova C do profundo
O crime que salva os miúdos que queríeis provar mais cedo do que pensas,
Ou,
sendo cão, (faça-se um gesto dirigido ao Sol)
sê também o dito pelo não dito.

Sem Ser outra quase-me

2.2.08

Entra.

Emotiva o diariamente com cutelo do regime confia. Em opostos sim que reza o dom e fruto sobre que incendiásseis. Reinsere habilitada devasta a inseminação da centelha ao ponto ao máximo controlado de castelo a quem velando teve acesso aos filhos.
- Comove-me rir em si.
- É como pão-deleite para o céu.

A insubordinação regride ao sim abertamente. Seria como pão-de-sê-lo para as mãos se isso materializa subisse ao ritmo:
- Atrai desenvolver.
- Deixai estravagar a grande optimamente.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolver digo apropriar desejos.
- Atrai desenvolver.
- Atrai desenvolve que é sua.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolver de uno deixá-la-os emprenhar.
- Atrai desenvolver.- Atrai desenvolto que se criássemos bebés de quase impossível.
- Atrai de salivar.
Atraímos pró-gume do serem dois para dois como pão-de-mina às bocas e pazes. Tanto cinzentismo eram as mãos. Tanto velar pendiam nãos! Só o soco de papel acena e olha a plebe como se estivessem nus. Ainda hoje aconteceu augusta a exseminação ao velejar nos espacejamentos do leite:
- Atrai desenvolver.- As margens dão para velejar como depende um bocadinho.
- Atrai desenvolver.
- Atrai velejar que acenos persegue as páginas.
- Atrai desejei.
- Atrai velejar com que velas passassem às viagens.
- Atrai Deus desejei.
- Atrai viajaremos fortemente que verde se prossiga.
- Atrai velejemos.
- Atrai a luta hipercantada “sim” inflama tributo que se expande e aplaude.
- Entrai Deus velaremos.




atrai velejar digo apropriar desejos

25.1.08

Musa 'g

E os mais apetecíveis (esta hora parece c) rapidamente ao maior número de renig.' possível. Ou atrevendo-nos especificai que recupera-me plenamente!
Foi isso que falaríeis de abstruso “make love, take good kare”---
Nem nos jamais, nem de fora uma esfíngica de dentro com vozes nos una.
Para a frente não dá para fazer para a frente não dá para fazer pára atrai às escuras sete minutos de modo que fique mais um pouco contigo. Nem nada na boca que fique nas bocas. São boas, esses soberbo sins…
Eu lembro-me de tudo.

10.1.08

é assim!

É assim que eu vos falarei quando morrer
cada palavra é um presságio
cada palavra é uma história
uma exorbitância

este início fosse ou nunca

Aproxima do círculo a meio duvisosa.
O princípio da vida e túmulos que não temos de arraçada aproximados, celebração da mais que tardia puta. Faltas que a partir de azeite, aceite e outras que-me lugar é este da celebração mais que passadiça-
Que lugar é este?
Que logro é este?
Que largo é este?

Que lugar é esse?
Que logro é aquele?

Que lugar é este?
Que largo é ali?
Que lodo é além?

Que lugar é este?
Que falta é aqui?
Onde está a prática de estavas lá atrás? Este era um fundo, o mais comum da vida e talhado como patas e te satisfazes na criança, sempre. Este é o início da mesma, viradas… este é haver corpo retendo, estando, ficando
este era sempre para aqui;
este espera;
este pára

este

este é medrosa que vamos falar o cálice está no sacrário;
este é virados;
este início fosse ou nunca;
este justifica aquilo e foi apressado qual é?
este é dos grandes argumentos do chão!
este intervalo parece Inverno em ré que acaba em ré.

O eu é este.
O eu se pudesse falar é este.
Se pudéssemos para sempre tanto faz ser agora
demora é decora-te em Deus a três quartos e fosseis à morte a partir daí;
não conjuga cartas por muitos puta que aceite e outras que eles sejam coisa
(a influência da tua infância pelo meio foi seio);
por isso dobrai o fácil no mesmo sítio que lugar é este?
A reter não interessa-me doutras ao que parece deixar,
por isso dobrai o que tentámos dizer às dúbias em choro:

Que lugar é sempre?
Que largo é sempre
Que lodo é sempre?
Que chocolate é sempre?
Que logro é sempre?
Que réstia é sempre?

Que lugar é sempre?
Que conotação é esta?
Que lugar a oitava acima é sempre?

Restava apenas este ou o início fosse nunca

4.11.07

carregar de boca


Coração que peito, ponto amor, nesses lábios valha-nos por alfinetadas quando cantam.
Como ser pertíssimo.
Como livre pátio de xailes a melódica arcada de voz.
Tu, boca, tudo mandareis em sobre de ferro começaste no
invento do leve-carregado
tantos, tantos, tantos,
Ninguém pode houvesse quaisquer almas
salmoura e poetas contente troco dos surdos ao fado, ou que confessassem
A seu lacrimejantes aperto porque se diz
Uma paisagem que costuremos a vida não estivessem singelas.”

Como meros glosa solo então não houvera como somos cantados.
De boca em boca,
velhinho olhar que mais para casario ou ao volante como se incomodasse a fugidia ao alto,
desventura nunca gemem por isso uma guitarra fatalista.
Ali à baixa quando o vento de povo
a tarde aprende a ser concha à noite semi-cheia de vozes e palmas.

Julho/ Agosto de 2007

pertíssimo começaste a lacrimejantes

24.10.07

Indeprimível sulco


Há uma mole de costas
que velará respiradas
a brisa com um pêndulo lá aborrecido de ares
a passearmo-nos.
E que tal tu, lendária rocha corroída,
com toda a espécie de poemas românticos
a fazerem de luar ao Sol,
a salvarem gaivotas de voadores
a deprimir a inquietude de espumas!
Só que está aí cheiro de oceano a ter-me os tais como somos nunca dantes,
ou sempre assim fresco mo queríeis:
a preguiça primitiva,
o desperdício da sucessivamente;
Ficar por ficar,
a indolência que está por detrás da extinção dos azuis,
animando, para já,
o céu desocupado de aurora
e seu misterioso sulco.

Ago 2007
desperdício da sucessivamente

26.9.07

Preia-mar

uma levíssima por aqueles cabelos ao rés
baralha e abala
um baldinho a pino irá
enquanto as conchas ainda conseguem ali
após salgadas, virás
a vaga horizontou e desagua-lhe afinal irás,
virás espumaral desfigur asseia;
espu somente costa de barcos ~ ~ as costas em;
sentimen
senti-me-te de fundo preia-bóia, preia-amarra a embrenhar-me de solarengado e mole de tarde.

~ ~
Em surto agora:
(esta é a onda que guardaríeis para sempre) - o frio eférreo atrevido acima irra
alastra e recua,
balbuciantemente pedrículas numa prece de chão furtivo
sem ossos dos pés
batalha e repete
nas rochas que ainda conseguem ali
e a orla com a minha cabeças a rebolarem,
balelas e balelas,
nadando-lhes sem a sensação de próximo.

Cabeças a rebolarem sem a sensação de próximo

25.9.07

Agá maiúsculo de costela apazigua


Pelo trela de ordem Darwin Deu será mas?
Denuncia terra nunca ou macieiras de costela (à eucarística) dão-nos pela inumérica duma d’Eva derrogada. Qual nunca obra quem sabe o primeiro. Qual lado a lado sem deter mares ou tentaríeis acreditar o desconhecido piamente começo.
Não que conste,
mais morto eventualmente no mesmo sítio,
ou buscável ossatura
em cerimónia de guelras à rara primata:
isso pelo meio dos um teórica abaixo não sei como derroimento aquando três dias feito pela densidão-prima, atentos ao terceiro maçã.
Como se escreveu a contaminarmo-nos:
ele aquilo de acoisada cobra acabará dita Serpens.
Não seriam disto
como fica
dá reza fleuma de carimbo vitalício à criação boçal,
conseguimos carregando tese
nem dita Sapiens, nem jamais milagrosa.

que conste morta à rara densidão-prima

26.6.07

Pelo irrepetível de novos répteis


Mas que luminosidade.
Aos luxo que lesa bocados e acenos num sentido de pele. Pelo H.E.P.T.B.D. habilitamos as espectro por turnos de borracha despejada – estrangulemos melhores excepto.
No progresso de tubos,
cada vez mais cada arremesso,
arranha o possível num granulado etc. rápido, etc. etc.
Urge no espaço, incapaz de cá,
trindade geradora se as pessoas lá ninguém sabe:
da cura há sorte, gatafunhos-náusea nasce como depressa acaba ex-vezes.
Nessa razão,
de onde também nascerás,
coincide com N ninguéns acrescidos à reza caprichosa.
Não queremos a taça do creme de la creme se um recado apraz outra pelo despegamento de dúvidas de la dúbia a furar pleno derrame… Nesse fim,
nesse fim dá-me Inversão e passeia-me por um álbum de calmas.

coincide com N ninguéns com o despegamento da dúvida

Um hino lota só que alguns

À lugar onde inquietas vagar, entra junto dos espalhados

Aos buscados ter alento sorverão a idade com pálidas de pisar
febres e fúrias; aos puros desenveredai o mau cheiro de pedras pelo espécimen dos novos bocados.
Aos corpos, já coesa, fixamos pavor sua alargada de espalhados,
e Anjos verdejante a contar-te tão crus viera duzentos má suspeita,
nem prudência, nem semimortos pinguem de coalhada fugida.
Corvos nefando os escusados, bem saímos dar, bem podes demasia pacientes,
bem poderíamos dar por falta do núcleo deles.
Formosíssima ruína aconchegará o lance de fazer às outras um caminho de nãos.
Será fácil crer quão guiados pôs o chão no chamado deleite e quererdes logo regressar.

O alcance de ficar cego por alta barganha;
a firme moleza de poderes, marra ávidos
como que apraz erros que mais mingua no meio dos inumanos de onde só pôde sobressair um gaiato a sorver um Capri-sonne.
Mostrar-lhe-ás um tão há-de glória, pendidos que estão orvalho às amontoadas
dura amedronta brandos, postas de falar o “…fértil brasão suas ervas obedecerá!”.Parabéns se somas domam parte das rapinas, das réstias, tragédias, mentira, re…
Parabéns ao silêncio que se aproveita de caudais de dedos secretos, discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações.

Já adormecido ajude em memória às postas fraudes reduzida em festim dos espalhados.
Mesmo assim, exaurida, escolheremos afoita a própria ventania,
risonhos soprados,
qual emenda,
os remoinhos a pouco e pouco mais afastados sem que me restaurem, ainda assim áspera, os tais socorros e clamores desconhecidos.

discorrendo-nos ainda mais bruscos por indiscernimentos e multiplicações

Ruas inquietas a descoberto, dia extenuado do ano duzentos e dorme.

Beiró de ceptro ó grão

Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínim...