12.3.24

NALGO

 

Tenho andado cá a pensar… Privilégios de grua no vice-bitaite derrubou-vos seguro. ninguém fez ideia que desperdiçação preze raios numa curta de tintol e pop-rula. Escondidinhos nos empanturrais um botelho biforca deddontes numa caixa de beatos contra a polícia a céu aberto e só os Like lá foram. Provou seu ponto e tenta porcento? Se calhar o problema é que ruge primavera no lápis em tralha… que redomas fujam da crítica lá isso fogem. Nalguma coisa funciona! mas Calma, foi só um batal~hao que me veio à cabeça.

Eles fogem dos empanturrais.



11.3.24

NEM VARIAS COM QUEM

 

no acervo gola foi-se de Prato a Turim agora arranca. Até nariz doou mentoras e com isto mexe neoboneco. É básico nas fases do beijo. Verificou então outra tática, ou seja, forte dói mel olari-ló-lela, ou seja, no seu dedo mugiu betas com cadilhos de seu recheio e posta de rega. A reter: no acervo gola foi-se ao limite “Mal guiad Turim, mal guiad Turim”. Como tal, à vingança opta daquele aperfei;oamento está quieto a mamar, a mamar, a amar…

O nariz mexe neobonecos.


DEVO

 

Não, não quero ser entorpeçado nem quis eu perdure. 

aquela sensação de meias ermitas passarão. As multidões cantando à faísca pois juntar-se-à coesão mútua pôs-lhes dois ou três minutos. Pôs-lhes rápido, portanto. Para mim tudo bem. Veio neve de aviso amarelo a aparfeitar durante ramos à tabela. Uma oportunidade de gume quaresma e ninguém sabia o que era “aparfeitar”! Ninguém quis saber, aquele que quis, quis de volta um aparfedar dilatado e pôs-lhe. Eu também não quero saber. A nova ordem caducou-se. Desta amanhã é que é.


Perdure "perdure".


7.3.24

RONDA A TECER

 

Eu mostro como é nesse qualquer cousa onde o comece. Ronda como torce.

Escriptas nervosas atrás do fanático dos que amariam acontece. Tu sabes, o gasto do tempo ainda conserva bem ni!idos os tra;os fors d(ontem. Amanhã - - - - na corrigenda só um rifle, faz e desfz, fod- ~oocorrum aos aleijados. então ouve-se certo repetir aflito dos que amam e a amostra aduz lábios doutra perfeição mais apartada. ontem, terça, na fertilidade do solo, um desequilibrado agarra-me o bebé anniquilado. só ele o salv . Tu sabes. Sabes lá esse trapo de má ideia.


Torce a rondar.





22.2.24

>>>>

 

em Frazões (do ring) domast: basculada cinza gerando boato     <Disse

que sinfonia meu deus!! que sinfoni:     <Apagão.

esse aço arrulha frações com ar sereníssim: por rolas à bobina     <Acordeão.

pregança que farta agacharás esferográfic: de fina escrita     <Salvo.  

limpa, limp:, apaga, raspa     Desvio>>>. 

avacalhad: mistela e reluz as tíbias sem botijinha     <Elemento.

até que o remors: de olhar as pedras calibra   <Manda.


amarrada ao Desvio>>>

21.2.24

A MORTE CONVERTE

 
Haja um primeiro colo que te embale corpo mortoólico. o primeiro dia foi simulacro.  urge então que abale corpo marcial a alvejar o mundo. cada suspiro colide sangues metálico guerreado de colos que começa atenuado e escala repercutindo. são batidas em ruína. aos mortoólicos anónimos o templo cobre velha aragem extensa de pulso cujo coração debata por mais um milésimo Mas virá a manhã do manto zero em que és pasta de suma interrupção. Não basta ser mortoólico a arrancar ervas, há que romper a física procurando almas a morrer. é uma prática comum.


Colo de manto marcial.

18.2.24

COM LÍNGUA EM DIA

 

— Mas até acho que fazia-se à soca prá fina luva de Palhavã, antes que tio balote fosse em cassação. Ontem encontrei-o no bazar e o topete à laia que ninguém liga, domingo sem alça nem pista insiste em confundir o quinto fedelho. gole semanal abandonaste não agasalha. A mim não faz. Tu sabes que sim, até porque já disseste-lhe, a comissária Sequeiro já disse ou a barba de molho nem diminui e avançou um vagão, ou Cadillac ou lá o que é. Já ninguém insiste no sino cinzento nem no cisne das doze, passou de casado para beijoca de carrão nem hajam barulheira à despudorado. de óculos pode! enfim, voltar a rir o santinho… não é que goste, aliás casacão branco, sei dessa… daquela “senhora” cujo pardal de reserva serve rockabilly num abraço sempre “oh baby, oh baby, oh baby” na ponta da rota simpatissância. Já não caio nessa, onde agoirarão aqueles seiscentos mil do inundado, ainda do tempo dos inundados? Desagasalhadíssimos! Agora faz-se à galocha e reduz marido “oh môri, oh môri, oh môri”, papelinho de prior lentamente…

— … aos poucos e poucos.

— Isso.


Tu sabes que sim (estás farto de saber).



15.2.24

ADIVINHANÇO

 

Começa a-gora:



— hummmm, PUXADAS, não, pisou no preço e pita.

— … - …

— Lágrimas, queria dizer.

— ~

— Monsaraz, poço… varejarão o que corpanzil luxaria.

— Vibra bezerra na berma de malaguetas.

— Pit... pitosga de missangas até Circe.

— … (“...”)

— Quis a terra que vasculhasse malcriado.

— Pesadas... Pesados à conta do meu respeitinho.

— … - …

— Sois rumores de letal putaria.

— Sois canelada de letal talismã.

— Negada de talismã bizarra lua o chumbaria.

Olha o tempo…

— Sois pisada que enegrecido rumor baralham desconfiança.

— - - - - - - - -

— Aluada de certa berma por quem patrulha desculpança.

— — — — — — :

—  Pesaroso vasculhanço percipita talismã à letal parda.

Acabou.



Pesaroso embruxanço precipita irmã sob letal borda.


7.2.24

VOLANTE À DIREITA

 

Já te trocaram o balancear, bule gambling em cavalete  o melhor que consegui, Sabias? Não te esqueças que quente freia rota couto volta-a ao cabeçalho fish... Vá, bora com o balde ou banho. Como ia dizer, só trabalhou na veiga para estranhoide virar aquele musculante cocktail que bem mitigasse a abrir gurutil. É de mais! Talvez não estejas preparada em Angra. Nunca chuvisqueira de molusco piramidal foi a motor… Cuidado agora. Nem a digestão dum porco. Pessoas, essas do costume que arde velhaco “ui dinheirama, ui fine money”, lábia de andar à ré, essas arderiam a trote em cova d’onda… Não fosse perigoso estaríamos noutra ponta. Mas isto não é para todos. No mínimo têm que parecer nó que adorna estrados sem stress de mexilhão aberrantes. Age à via com calma, take it easy, bajula o leme, não haja toalhinhas virada às ilhós…
O quê?!!!!.... 
Ahhh apanhaste-me,
afinal é um barco.

Volta-se ao cabeçalho fish.


1.2.24

EM TORNOZELO

 flash interview  d’seis a zero

Jorn. — E Marco?

Dorn. — quem não marca sobraria nada até que chutasse preparado. Piorou para fora decisivo chapéu. ninguém sofreu escândalo de cabeça na área, nem nervoso tranquilo apita posse a lançamento que não foi bem como foi. Uma vergonha. 

Jorn. — E Marco?

Dorn. — reafirmo, estamos na senda donde faltas por redes… Isto é assim, há lances de perigo, há taça em profundidade entra só quem oito sofresse trajeto. prontos, Conquistaremos em vez de zero pontos se debata um mero canto resolvido, ou seja, traça o canto aéreo mexeria eficácia, talvez primeiro sem três passa a meio da tabela e marcasse.

Jorn.— E Marco?

Dorn.— Também. noutra abordagem desequilibrando aquela linda bicicleta de quem convoquei. na luta primeiro aos oitenta, assistisse Lesão antes da segunda muito forte. Isso é sorte. agora Dela altera marcação até ao empate parte infeliz quatro por dois, na fuga de Nani veio defesa, nem Flanco suportasse rápido o que devia atrasar arouca bem capaz marcaria mais avançado. 

Jorn.— E Marco?

Dorn.— Reafirmo, a justiça atrás da mão, faz juz capaz para direção. desta dificuldade mas marca objetivo tardiamente. 

Jorn. — E Marco?

Dorn. — É o que é, assumo como faço confortável, marcaria adeptos após var pelo telefone e assim dar a cara. A exigência é muito grande. 

Jorn. — E Marco?

Dorn. — reafirmo e repito o que disse: alho de tornozeleira provocam tangerinas.


Reafirma aquela linda bicicleta.



29.1.24

HÁ BALBÚRDIA EM MURCHES

 

Fogo, massagem, chiiiu. Vem ali o tal convidado. 

de nuance em nuance imprime estúpidas sempre a evocar arroto todo num. Um bocadinho mal educados, aliás, não vás de cerimónia quase cinquenta vezes honra chouriço de borla. Com resposta de pulhas gratos até “atenção ferve” foi um ápice. Dá-me a mão e vamos para a Baixa da Banheira. À esquerda dê resposta. Pois no melindre aduba pua grave, não que seja sempre o ziguezagueante sem cuidado nenhum, “Tudo prá rua, não aperto aqui ninguém” cós cuidado com o tempo. Ena que barraca em Murches! caricas quase por apedrejosa de ponta, a arena atola basofa cajadante e azoto com bataria. Foge o'aplaca. Mas o coice ouve só aquilo que quer: quase pontapés bem que o digo,, onde garotos em zona não cabem na rádio com todos de puxão verruma lá para dentro enfiariam. Escondiditos atiça ressaltos malignos num nível emocional muito muito grande, atacam rascas, sacudiu-lhes a loiça toda. “Está tudo bem, está tudo bem” amainou o balázio mandante. Mas escangalha ou nada. Apareceu Guta carnívoro com mão bera de raiva pazada e uma certa falta de disciplina. No meio disto tudo quis eles baixar a bolinha e assar ª peruca de tarântula na berma, imensos riscados e mixórdias de cernelha às matilhas em sangue. nessa altura, nem criaturas capadoiras pô-los na linha. nem comparação! pior que ganhador degula e nada se torna pior que pior crespo ao colo: de jacto balardazo péssimo suíno arrota injuz por cima de qualquer folha, rebolados jagunços chacina de fé à escalada por cuspo navalho partulhado de usurpas, jusfazente de sovinas com todos feitos jugaliantes em riste bicho dux3 ptardum.pramp.. prulh…xug.cazUm, carranc esmagadon T’labardans burglhua.p ~ Tazã arde bdum aliás ard boDum +nhac cápad? zuRRa 9franj’L&spam, em devastança azeda mutilant’ azada desgastante azoa a jusante concomitante tão tante, que nada sobrasse…  

“É a loucura, é a loucura.” apregoou Caparchanas à porta do café com escarradela, e todos se riram.

Ficaram a gemer soluços sobre mortadela desamparada até ao vasilhame.

O silêncio é um massacre. Eu bem vos avisei.


Coice que ouve só aquilo que quer.

27.1.24

APALPA-MOS

 

— Sim, aqui só Mónicas de grelhador amarrado. —  disse com voz um pouco bruscamente.

Mas aquela veia afogara trazendo bolas de inquietos voltando-se contra bolas para examinar o frango de escrivaninha barda, não os convenceu. Ficou a deixar-se serenar na penumbra de seres sós, monos sensaborões que grelo partissem, quando apenas de soslaio, raios por trás do lava-loiças, por ousada posição imediatamente. Ficou assim durante algum tempo… Até que a falta de aceno ao chassis voltara da rota havia três dias sob chinfrim de mangas arregaçadas. 

V. Exª. de quem chama gaba-lhe lugares tua albarda pasmando no regaço dia sim, dia não, insiste em assuntos escabrosos. Ela de leque não cessara de lhe sorrir.

— Apalpa-mos na crise. — sentada na poltrona.

 Nestas palavras, ditas ao de leve, podou sofreguidão amena já desdobrada de intervalos, como sarcasmo de braços abertos intagarelável. O desafogante murmúrio de brancas mãos evidenciou desejos de acampar. Contradizendo corujas retinha bolas contra bolas, retinha ainda essa sacode trapalhada, já sem força e vencida rebalbuciou:

— Apalpa-mos.

Submissa, a risonha ingratidão das línguas treinadas ao pudor impõe suprema mutilação, porém um ruído exilou-lhe serpentes à canelada. 

— Tinha pensado nisto tantas, tantas vezes! — segredou-lhe.

— Perfeitamente. — retorquiu.


Coruja de poltrona (já com eles todos pendurados)



PURA (à semente)

 

pura ratazana, por onde xutais pontiaguda rosa à granada maternal. 

pura ratazana, antes que pistache formasse coágulo em báscula superficial. 

pura ratazana, não jantas?

pura ratazana, que esbatido retábulo em flor estorva ódio.

pura ratazana, rosnas o encanto da vida num cargueiro.

pura ratazana, vira renascer escumalhada natureza.

pura ratazana, queres lógica mas eu não te a dou.


Não lanchas?


URGE (ao dedo)

 

Urge ratazana, eis sufrágio de gancho contrariado, 

urge ratazana, uma Famel e o Ernesto contente, 

urge ratazana, aviso na Suiça respiratórias,

urge ratazana, aponta àquele brutal Ás de homem rico,

urge ratazana, empena puxão nesse punhado de tarifas armando.

Urge ratazana, eis tortura batendo sustida causação,

urge ratazana, uma Zundapp no portão gordo,

urge ratazana, aviso na Suécia desintoxicada, 

urge ratazana, aponta àquele céu escura martelada,

urge ratazana, emparelha no botanito ou mias cá armando.


Ernesto contente


26.1.24

JURA (ao mês)

 

jura ratazana, desforra com pisca pois tua farsa açoitará velhaco começo.  

jura ratazana, quando se rege lamacenta pistolância desta véspera.

jura ratazana, que existe caldo e amas.

jura ratazana, prosta-te nos mesmos beijos por suculenta cogitância.

jura ratazana, amansa folclores e campainha de força tão vã. 

jura ratazana, esquece aquela cocote que se finge senhora.

jura ratazana, rala quem embusteasse novos vagares, 

jura ratazana, e abraça o mar pelo Falco desesperado.

jura ratazana, à minha tosse rochedo por não reter parapeito.

jura ratazana, ao espantado mundo que ninguém revivera. 

jura ratazana, que intrujas pelo pudim duas grandes lágrimas.

jura ratazana, àquele esborrachado farol afeto a parce sepultis.


O caldo desta véspera.


21.1.24

O RAMALHETE (amplificado)


A casa em solenes coros desprenderam século propositadamente couro em ouro verde-garrafa. Por cima de desmaiadas por meter, o nu pedregulho de bilhar aveluda recostos Carlos que trouxera ao musgo friorenta: largos pratos de Runa donde todo o rumor destacava divãs cantantes, damascos reposteiros, devotos brocados a seus reflexos, pois passos morria a friolar corredor entre coisas de lôbrego. daí partia um amplo câmara de prelado, agora pátio nada, cobertos de tricorne em ângulo arrepiando-se de catedral à pele de urso branco. Defronte era solene luxo que pezinho alegrado ali tinha feição, com uma entrada, guarnecido à pranto de náiade. Ao lado do fogão otomanas tinham a velha enramelhetados, a seguir um jardim fofa em despenhadeiro. Tapetes persas, arcas e jarrões, uma sala mais pequena arranjara gota a gota bacia e bancos feudais que plumas, cuja venerável mostrava ainda Rubens acolchoados. Do segundo andar esfiado mouriscos da casa, unidos por tapete, três gabinetes perfilados a degraus e tinha ali girassóis forrava aposentos. Realçada do terraço, episódios fugitivos rubro à bolina resolveu sineta do almoço e dispusera Gobelins bucólico. Por entre a desordem encaixilhada de faianças, o veludo avô das encadernações é ainda a seda que cantarias bordado de biombo.

 pranto de náiade por meter



CARAMAGO

 

Dois guardas da GNR discutem livros de Saramago!

Na ocorrência 

começaram a nascer-me uns cornos de convento

e doze raízes de papás-limão no cérebro pardo afundo,

gemo sobre gruta alabardosa,  

gemo sobre multa sustenida de balde em em balde a rodopiar duplicado

cujo escalpe a rod opiar no topo do chão promulga arruda (.)NR selvagem.

Enquanto eles

levantado dum bronzeado manteiga segundo agente que gora nomes e comes.

Vai que ensaia Caim lácteo segregando pocilga PNR a continuar assim tão … tão sábio

tão cavalgante sem ordem claraboiante para o mundo doutro deste do outro mas deste

metastaseiam-se cegos pela grei pastante e os meus cornos-rochedo ramificam-se ida e volta, e deles rios de pedra crescem intermitências de céu ZNR, NZZN, ZZR1100 pois não estrangular picado, pecado de não aguentar quase.

Dois guardas da GNR discutem Saramago e Gera-se uma estática no ar! 

“Não é este G!” penso. por isso os meus olhos ficam ensanguentados

deixo de ver

enquanto ossos culpam fragmentos ao bom dobro, ouvido pela lei trémulo

e ocorre “estou a cumprir o meu dever”. Cuidado, saramagonzice!

e os cornos escravizados, javardos, bastardos, ricardos crescem mais, crescem seis

quiçá cansa-me de afamar reis tipo-limão na cabeça a gemer aos jangadeiros de língua torta em Gases cavernizantes na berma de NR… 

e assim achei a berma,

finalmente, 

o g levantado são Gases,

o G que faltava em NR.

Dois GNR discutem Sssssssssssssss


de balde em em balde a rod opiar duplicado


18.1.24

MANCHAS

 

Cuidado, carne!

pouco específicos no inverno, é conhecido popularmente como pastilhas de capataz (com aquela barbicha) ou, no canal de Algés, nuances de milharal, pois trata-se duma inflamação a mexer à vez. Surge manchas em cóccix de quem bulha, daí ao pari-la esparge vista grossa de cirurgiões. Com exame vê-se. Ataca idades até aos vinte, não como causa mas não como é mas é, ou coaduna se bastarda caída devastará betume e chupa. Creme hora à hora caso a cordalhada doa e adube vísceras de casamento para achar pressa. Evite trambolhão doméstico. Nada de bolachas. Bata couves de Arronches e atenção ao passo mal fardado. Pare esse avental de gorila ou similar até ensaboar caroço, (dantes era da Saboaria Nacional do Beato, agora há muitos). Pode não ter cura no foco mindinho mas S de cremância salvaguardará boas.


vísceras de casamento (com exame vê-se)



Beiró de ceptro ó grão

Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínim...