3.3.12

Insoniarás um terço ao dia


Joanas dorme em apenas navalhadas sine die, e o arco permanece numa única posição: o pensamento único amarrado à deriva.

A arca acidental abre as mesmas. A cópia da cópia das ramificações similares imitando a eventual duplicado. Salvando escadarias inúteis quase vidra a impresença jugular dos mesmos. Surtos de veto laçam enormes emboras...

Vá! Dá mais uma volta na cama. Não consegues dormir, não é? Não paras de pensar naquilo!

Mais papéis com mais papelão à canzana por mais papéis por mais canzana à papelança. Com insónia dobrado que tu-dia perfaz a certeza com vigilante, perturbado, que tu-dia perfaz a escadaria até prova em contrário.

Joanas dorme em apenas navalhadas, incluindo a parte mais angélica inausente futura após a repressão do espaço continuar. Umas graças de nojento bife, brame a grávida. Metade do ventre às paredes grutas ajavardam em prejudicasse, como antigos capatazes a previram. Umas afastadas do dobro, prives escadarias ocupadas na hora em que alvejam o benefício dos capatazes repetidos. Pior só renascer nesses netos a quíntuplo desamarrado numa noite desconhecida.

E tu? Não consegues dormir, não é? Não paras de repetir aquilo!

Pior só nessas tropas nessas só melhor só nessas tropas nessas só pior.

Revelou-se abaladas marcharão por muito à custódia dos berros. Somente o precisamente é convincente apenas. Uma fobia de jumentos afligimos o que é de todos abarrotando velhas guardas de juramentos. Por isso, só nesses menores filhos a esmagadora amarram, embora só nesses filhos a esmagadora maiores amarrassem.

Joanas dorme em apenas navalhadas sanguinárias suporíamos; dorme em apenas desmoronamento de navalhadas. Dormirias a pulsão não podendo afirmar o poder de escadarias. Dorme avós apenas acabadas de nascer fatalmente.

E tu rebolas gastando a cama! Não estagnas o acreditar naquilo repetido, não é?

Sopraría-lhes os instintos noutra estreiteza que proliferássemos a troca noutra estreiteza os instintos suporíamos. Há uma reza que alcançando severamente, a lógica assenhorou-se a um terço de si.

Revoltas-te no leito, nesse leito insoniarás assim.


A lógica assenhorou-se a um terço de si.

Magnânimo nula que nos demove


Avenidas de junto às quente hum zero já par; ruelas a quem bífidas nuvem te-acompanho, gerira luz onde crepúsculos nua vem quando acolhes. A parábola enrola cores de cinzento, suas articulações, e trocas de sirene imoradas já ímpar. Magnânimo nula essa espaçosa dentro de nós.

À huma, introduzo matéria orgânica para dentro do corpo, por uma abertura que tenho na cabeça. E não vou! Desse júbilo de inficar em algures aproximamo-nos a monte de porquês neutros lugarejos. Porque somos todos, anos e anos, aquela zona de golfadas ausentes que reticessem a rotina. Esta cheiura inventou uma nova esquina, gelada de apenas quase.


Zona de golfadas

20.2.12

Num lufada de todos os tojos



Jonas veio com os olhos à mesma, veio vais ficar consigo à espanhola. Num lufada de muitas, portes os dentes e acenos ou até debaixo do marrón, não condigo se disseres todos os nomes de tojos. Muitos bonecos daqueles foram gastos! Aquilo é que só gozai de jeito por sorte fossemos buscar... apanhar (agarrar), rrrancando da terra para mais ninguém ver.

Aqueles bonitos que se pouco do quem soubesse outra, têm, antes a urgência muito forte ganhando delas abertas algo aqui dentro. Voltaremos com os olhos à Jonas e quem disse os nomes de todos os tojos, é apenas aquilo que meros contorno nítido às urgências de março.


Aquilo vem menos que contorno nítido às urgências de amanhã.

19.2.12

Paralaxe de exatamente



Falta uma serifa aqui e

esta escrevejou nem um?

Como troca a resumir àqueles que paginam esta alavanca expressão em ponto! Comendo o meu roer interior da lombada à cerca de

como como a expressão falho, tocada e revestida,

chorescrevendo a grande falta da palavra coelha.

Faca a letra também escondidamente.

Falho a larva depois de morta.

Folheia a imediata pegada tocados no livro

a história vai ter aqui à

toca

exatamente aqui

escravejando o esforço

se coelha fizerem trilho fugidia

na loca há-de olhar.

folheia imaginada àquele paginanço

12.7.11

Quases d’água



Como noutras desse nãohá-de preparando 4
Um de cada vala em dizer que mudam coro a 900.
Onzes de mar nãoHão-de quase d’água nestes quadrado
acho tão alto a qual 400
os óculos manda re-mim-me debaixo de água escorre
por mais darmos qualquer mãos sentadas de molhos
e muito mais? podeis de ansiosa mandarim, apenas uma pequena proporção da poça
à gárgula fosse mo’rgurlho de reimins aquando debaixo d’aqua
foçasse de brandura às pontes de lá.
Eu sei aqui conter-me-te desta bem
Vais vedando uma grande quota de jorras com goteje
debaixo d’aura ou 444 nToheass… nota-se quases d’água.


a qual noutras veda proporção

22.5.09

Prateleiras de rã


töten sie alle
STOP
mata sólo unos poc
STOP
berbequim colide dez por repressões um pagamento dos 20.000€ o quil
STOP
rase only tha
STOP
em covas do espasmo rãs pulam a mentira oblíquo já hor
STOP
susto, ai que susto mini-falangetas prendem o berr
STOP
aterrou os Ocean
STOP
Não poss
STOP

STOP
n
STOP
Ai ai
STOP
STOP
STOP
STOP


A Alemanha à altura dos olhos salta desmesuradamente um serviç
STOP
vastidão é fêmea à queima-roupa vi-a salt
STOP
salta a rã tranquila…
salta a rã serena sobrepõe-se à potentíssima remesso de coxa furtando-lh
STOP
A rã
ali que os espante fuga à esqu
STOP
Permita-me o solucinho tira-lhes as estra
STOP
alisa os nadas STOP
estarás sempre nenhSTOP sempSTOP nSTOP
esfolSTOP
autorizando o erro movediçSTOP

A rã feliz é feliz é feliZ…

Hã?!!
É FELIZ
É FELIZ
partilhando chances e simplicidades…

e àquele humilde ser sem fronteira
fora das caixas
ou
toda a vastidão do pensamento
ou..
como tu dizes:
amo-te num dia frio.”

Vá e àquele humílimo ser sem fronteira

15.5.09

uma reentrância


Ele tirassem com um
alfinete-de-alma
todos os quandos do tempo.

a-tirando alfinetes-de-alma

2.5.09

ALICATE NUNCA


Isto não é uma feira surrealista!
Portanto,
o Hugo não tem cabeça de caranguejo,
nem há braços cheios de répteis.
Neste humílimo espaço muito mentes abissais,
quando muito
um ombro franjado de túmulos numa mão muito aberta
isósceles a língua completamente calara
um objecto estranho na algibeira.

Hummm, um objecto estranho!

Entrai então
minha lábioquimia serrada
minha ponta na terra meu arsgrima…

Mas isto não é uma feira surrealista, repito,
sem um olhar um sem um Correio da Manhã
sem um…
com um com um
sem um
com um
com um Correio da Manhã
com um com um sem um com
Gang aperta mamilo de mulher com alicate

Claro que era preferível Hugo com cabeça de caranguejo,
como inventam os "surrealistas".
Aqui o mamilo dêem com línguas gang amariamos.
É tão raro,
tão raro o presente!

Entrai então minha lábioquimia serrada

1.5.09

O ABCESSOº NUNCA FIRA TOSHIBA


Foi agora foi mais que me foi explicação foi da gorda.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doença.
A líguéma doêçnº
a linº u doéçº
aligº dº goéçº chocolªt
Foi agora abcesso foi quinto e nunca foi como fira cá Toshiba.

Um cura perto como sãs convertera
/e senta-se com a garganta/
serve de masca
só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria.

Pois temos!
Conta-lhe lá como foi a curto prazo.
Foi o ti Zé Carlos foi nunca mais que me foi caros foi do gordo.
/e senta-se com a garganta/
A língua é uma doêçnº
a linº u doéçº
algº dº goéçº chocolªt
a alngª u duçeº othibª

só se conserve ver infecto do quinto termos de esperaria

28.4.09

ARQUIVE ANÁLOGOS SIS


Dossier - 1
O pavimento gigantesco, diziam expor único indefectíveis, um conjunto trova melhor no transpor quem more e lute ao redor…
ouviu-se o rádio "...ahrrrgggggg!!"
Se tratava no oco de ancinhos e forquilhas...

Dossiê – 2
O mofo do odor: Revolução

Dosse R – 3D
O Radar Eco¿
Ou o radar eco?
ou radar eco¿
ou urradareco?
ouradareco!
urdareco!
ourdreco.
urdreco.
ourdco.
udco
ouco
oco
ou

Doce I é – 4+
“… tenha dela que não compreendem. Diziam expor único tenha fixação ao dossier 8, tenha fixação à filosofia tridimensional. Tenha. Tenha fixação ao major. Tenha fixação ao abandono terminar. Essa fixação ao eco. Essa fixação num à parte. E isso agora é cera, uma cera dissertiva a pingar propaganda. Tenha fixação dessa fixação captada dessa fixação dessa fixação medida em mega-milhões de oco.”

Dó Si R! - 5
Oralização número cinco cumpre a riem-se em mise en abime mete dó, prendeu-se já meta-milhões de análogos sis. Uma contradição! Um exagero!
É o infinitésimo pondo-se já velha-milhões de tal. Agradeço de arrependa.
É a tecla campo se ressonância de anunciar fast, very fast delas descontínuas. É esta descontinuidade pondo-se já velha-milhões de irrompe.
E o despontual adequada já orelha-milhões de segredo.
E o infinitésimo perdendo já oco-biliões de importante.
E o directo justaposto à soluça-mil-milhões não presta o presente.
E o tirado equivalente pondo-se meta-quarenta já nos tinha caído em cima.
E a tentativa já velhinha-mega-milhões rói o resto pioneiro.
É (magnífica) tanta animação… ahrrrgggggg!!
Só a anunciação arredonda o curto parênteses por falésias e trova moles ocomatopeias.


despontual orelha-milhões de segredo

23.4.09

CRESSE

E eu conhecia-as
de gabardine.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar.

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso acartar à festa sacas sem peseta.

*silêncio*

E eu conhecia-as
de gabardine só a pulso rearrojava dúzias assobiando tijolo a tijolo de malte que até se quis madrugada gélido num Ford Capri todo partidos.

*silêncio

*mais




*mais


Tinha peso a partido Amarrariam-nos.
Se crêsseis a assobiar dúbias,
a maltear braço por braço só um muro inteiro de letra-povo Dum Dois Cavalos pisado gabardine.

*silên

Teve o sangue preso Polvoescrevinhavam-vos.
Teve o sangue pressa,
solto é uma hemorragia.
*sil
Solto é uma hemorragia escreverdes na ardósia Ovomaltine com o próprio punho só rearrojasse quentinha já de manhã.
*
É um Fiesta, creio.
Não, É um Ford mais de letra-murro.
De letra-mudo daquelas em feira expulso de carga com alta noite à parede. Agora é só o que tu pensas, é.






escreverdes na ardósia até j´

28.3.09

leu pouca presilha




apucazilh é uma palavra com problemas.
O Tiago, oculto aqui, não sonha vitelas
nem quase a pronúncia dêem precipitado.
Parece que o apocalipse leu pouca presilha, lá Tiago caíra:
apucazilh é uma palavra paraplégica,
(mesmo assim pestaneja um pouco estatelado lá em baixo),
foi Tiago, acordado agora,
não moverá vã
a brusco rebanho dêem a deambular apucazilh

leu presilha lá em baixo

18.3.09

GAZUA EM PLURAIS DESTA EXCRESCÊNCIA

Gaveta menos inconsciente favorece-me realidade entreaberta,
sois dúvidas de provavelmente; sois espartilho há exéquias;
sois fruto-furto ermo de ganância quer a roca fie-nos por cobardice ou não.
O mamã, gomo de jibóia, foge-nos torto suas mortalhas abaixo. São demasiadas fotografias! Duma coisa à outra, por muito revista que uma bagageira velhíssima capa por biscate, simplifica plurais à pressa, a safar calçada afora por servilismo. Perderam-se as ligações!
Perderam-se! E podia repetir esta excrescência mais uma vez, mas
Já agora, perguntai-lhes:
«A lista de Vison tomara o lembrete de outrora gaveta estupefacta.»
PERGUNTAI-LHES:
«?»
Eis a lista de gazuas:
- Sumno de lim
- Snmo d lnmão
- Smnuã de lmio
- Snmno d lãmi
- Smulnuo dmuião
- Smlnno duimão
- Smlnodunimão

Pose desaparecer quem te tormenta as cabeçadas,
pode ir fingir o chaveiro afecto às lágrimas. Mas é “Sumo de Lâminas” e podia repetir esta evidência mais uma vez, mas as imagens já estão cicatrizadas. Os sorrisos agora são fetiche que vos tomara rasgão em capa de gaveta revista, são apenas dois Agostos púbicos. Orfeu de casaco axadrezando já apalpou esse coice dos anos. Resta porém o lembrete de tabuada, já putrefacta de sãos, despindo a película. Daqui a cem cadavéricos, mais que nus, os mesmos sorrisos uniram-nos como cadeados.

escrescência de espartilho à servilismo: perguntai-lhes.

16.3.09

MÃO NUM TAL COMIGO


Põe prolongam-se põe sobre o seu surgimento, pôs quando manápulas sujem ralo a minha vazão. Houve aqui nas manápulas uma espécie de vísceras, uns espectro de janelas surgimento, ou rejeito de momento num tal comigo muito emprestado. Não largues o infinito. Mexe lufada quanto estranho ar perfeccionismo mais abençoo resina.
Relojoeiros socam agulhas de glamour, minguando o que pica ainda mais à força de levantar paz no últimos minutos. Creio teu detalhes. Creio ter a quase. A escrever posta de letrinha delicada
faxinando semi-palpadas,
o pão brutalmente amassado
enquanto os nossos manchas disputassem aquosa sombra de luva para além de si próprio.
Põe ali, sim põe ali na Lua.
Pendura as chapadas se carecerem o último porto aberto à secura da emergência. Afagai-nos as lágrimas com os punhos medievais e nada. Quererdes segurar-me calos por adeus de lenços, se soubesse… ah que matança! Se soubesse prometeriam sua concha dar de beber numa corrente de pombas. Nem deixaríamos cai essa palma emergente apareceu tudo o que por vezes apanhas.
Contra-manipuladas de livre defeito, nunca manápulas serenadas, puxadas dos cabelos que virás ao entusiasmo. Quatro são as tuas quatro manzorras escravas com corpo directo de rojo pela humílima textura instintiva. Pega nesta grosa já.



disputassem sombra para além de si próprio

10.3.09

U irreversível volta

Capitão,
o que é aqUele coisa ali?!

Dele qUem atravessas enquanto mal virá U imperdoável.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar)
Aproximem-se tanto,
esqueci-me em lábios a pousar suavemente, mas porque vos colherá enquanto prendaste a tal dança, canta sua miraculosa língua, fugissem no céu só por sucção têm pois a rosa apanhados.
Vamos pela ponte, Maria Inês.
(suspira) Enrubescera todos te atraso a um trilho. E mente a encolher dos ombros de verde prazer?
A mente tira se deveríamos coragem ao misericordioso dar das mãos.
…tanto, tanto,
tanto Universo
só a ponte mentira e vai como uma grávida pontual lá dentro…
Esqeci-me de qê?
QUe hoUvesse qUão te pilhas tarde de mais já passa no UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
ouve:


escuta:


.


.
os meninos cortados pelo comboio ainda mexem:
cair-nos coma o santo caarnal quando ainda narciso, "lá buscar uma rosa giroflé-giroflá", osculardes a paz "giroflé-flé-flá":
Ouve:


escuta:


.


.
também a prenha cortada no carril ainda mexe no colo:
no Universo:
a ponte comeria-a sobre verdes perigos Inês Maria.
Esqecime de qê?
Do U que pilha de qUem jaz no céU por sUcção:
Ouve:
UUUUuuuuuuuuuuuuuuuu:
Os meninos cortados pelo comboio ainda mexem de todas as cores.
Todas as cores, capitão.
Todas as cores ao colo, capitão.
Capitão,
Todas as cores ao colo deles volta a dançar.
Tsht! (fez um estalido com a língua no céu da boca em ruído cortado à sucção do ar).

esqueci-me, tsht!

9.3.09

conto de fadas FIM

.
de fundo então velho manco
.......................... saco
................... mas unha em quartos enegrado

....... estendendo à mais ínfima
........ voe
.................... FIM

18.2.09

Riscadura de


Posteriormente, a chuva inconsciente do chá,
ou agora já no blaser.
No bolso.
Riscadura de cauda, qual xaile gela solto
estamos a ouvir o Sol cometa a cidade voando centelhas.
Quando a vedeta chegasse,
Vem tocar como seria
o coração à chuva vedada amua!
Nem que cometas à bordadura fortificada,
supra batida
supra badalada
a verdade a fumegar no blaser a sete chávenas consciente.
Ao Café Rua, expresso aromática o néon,
brilha de rasgão uma série de xailes
e essas caudas de lantejoulas esvoaçantes
que a noite cometa em sua vereda.

Essas esvoaçantes que a noite cometa

15.2.09

lapa ao mar

Cada ser ao ouvido parece que sim
mais que o sossego da lapa dizendo que se cale.

Cada ser aos olhos parece além
mais que o sossego da lupa cegando que sugere.

Cada ser à boca parece que está mesmo
mais que o sossego da papa mexendo que se meta.

E a gravidez do dia fosse-mos levar as ondas.





Adormeça a tarde, parece que sim

14.2.09

miúra, o Papilon ao voile

Que tem Papilon I que marra o voile?
Cometeu homem de plissado miúra espécie vã?
Eis o contraste em palpos de capote vêm cavaleiro
e borda fetiche que ele, Papilon, sujeito em toiro.

Que tem Papilon I ?
Serenassem chifre merece hoje juntos recomeça algumas
recomeça algures,
começa nenhures,
o pôr-do-sol
com palmas de sangue espairece sentença à sombra.

Que tem Papilon II que marra o voile?


Contraste em borda fetiche

29.1.09

Tabuada da onça

2x1=2
2x2=quas
2x3=9
2x5=10
2x6=humos
Dôvez quátroito
2x5=10
2x6=24
2x9x2x9x2x9
2x5=11



2x4=onça

19.1.09

DESMASCARAR A EXORBITÂNCIA COM SESSENTA

Já Emanuel, não o segundo, tosse o caudal de sonambulismo. Forjasse-lhe já a celebração da água, Emanuel, não o sogro, vagueia, vagueia agoiro inflama do já Emanuel, não o seg…, o sss, cuja prática manteve-nos água por um triz sob vela mediada, já Eufémia, não a fita (a enfermeira), corre atrás desmascarado a exorbitância gota com sessenta, já Emanuel, não o g , aguenta, aguenta, aguenta o que pedras tecerá, subjaz apaga-se por um fio. Já Eufémia, ela própria sim, torce a série à paisagem de águas e trá-lo à realidade.

Tosse o caudal de sonambulismo.

18.1.09

ESTE INLUGAR

As montanhas sem propósito quando correm para .ác
Têm chinelos, têm gaiatos a rebolar pela terra,
têm narcisos pelo som vermelho das poças,
Quando muito estavam todos à espera de sê-lo,
como cada faca de outra reza.
É de tal densidade esta sensação!

As montanhas sem propósito quando .ác arap merroc
Têm socas, têm viúvas de joelhos pela terra,
têm goelas às covas do vento,
Quando nunca, estavam todas à espera de tê-lo,
como cada alguidar de outra aldeia.
É de tal densidade essa perda!

As montanhas .ác arap merroc odnauq otisóporp mes
Têm botas, têm soldados a escorregar pela terra
têm harpas no coágulo da noite,
Quando muito o amanhecer já não conta,
como cada brinquedo de outra mão.
É de tal densidade este inlugar!

12.1.09

AQUI E AGORA (fragmentos)

À prova de choque com um gesto cercado,
erguei-vos aqui do lázaro, com os cornos mergulhados, beberam o desmanchamento da morte aos que pregarão exactos.
Portanto,
para as bóias que se atiraram aos afogados:
SAÚDE.

Para aqueles, os desorientados no bom caminho:
SAÚDE.

E às árvores que curvam e tirámos essa pergunta;
Ahhhhhhhhhhh!!! Saúde.

Aos que batem à porta e ficam na rua de bois;
À ordem cúmplice sem taça para estar sol.
Àqueles que não tinham e tornaram-se na noite de 17 de Janeiro de 2004.
Iiiiiééeéééééeeeeeeeeeeii Saúd

À contagem do zelo final e era ainda um. Aquele ali.
Ao desmiolamento das grit… das algazarras;
Às tripas até à garrafa tivesse um susto,
Mais,
Aos mentirosos e exagero de suas “queridas” afinidades;
Aos derramamentos até chegar à fala, mas não passam de espumante.
Êêêêeeeeeêeêêêêêêêeee

Como me junto à curva daquela árvore?
«Há umas duas semanas atrás, os rochedos sem precedentes de onde lufam as brechas vieram estas lajes numeradas. Caríssimas!»

Aos heróis que ficaram sem braços e apontam para ti.
Ah! Ah! Ah! Ahhh!!!
.
.
Aos…
.
Ao vómito que sem apego, mancha muito ignorando.
.
Ao, ao…
A esta costura, aqui.
.
.
.
Ao…
.
.
.
.
.
Ao infinito das alterações;
Ao…
.
.
.
Ao erro de pensar cheio de carne.



Aquele ali.

11.1.09

Beijário virtual


Um beijo com três rodelas,
uma das quais leva a urgência do nú
a outra leva a boca onde posso estar lá dentro
e a última tem o poder de excitar tudo vezes sem conta.

posso estar lá dentro

2.1.09

ARAMINHO DA GUARDA /JARRA DE GANCHOS


Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.
Abriu a porta por dentro e
só o guarda chinês, sob-fissura, fazia-a qualquer noite numa jarra de ganchos.
Numa jarra de ganchos,
numa ausência de margaridas,
já eles ocultando de bruços pelo chão curvassem araminho grande.
Cavassem araminho grande,
tirassem por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme a mais quebrou.

Só um gancho chinês, sob-fissura, faria uma noite com um araminho da guarda.
Com um araminho da guarda,
com um alarme de margaridas,
já eles, ocultando de bruços pelo chão, entrassem de arame curvado.
De arame curvado,
orquídeas por quem as fechou,
crasso erro esse de Mao que denunciara de vez quem vos tranca.
De vez quem vos tranca,
à vez de quem vos arme,
Holanda meteu a mão pela grade e abriu a porta por dentro.

Já eles ocultando de bruços pelo chão, cavassem de araminho grande.
Cavassem grande a noite,
quem por essa jarra os traga,
crasso erro esse de Mao que noutro alarme quebrou.
Que de vez quebrou,
à vez quem vos leve,
só o chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria mais outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fissura, traria outro chinês, sub-fiss

Traria outro chinês,
traria ainda mais outro chi
Holanda meteu a mão pela grade e trancou tudo por dentro.

Crasso erro esse que denunciará quem vos leve.

18.12.08

O toque da fã

Ali no palco a tocarem qtoque, não consigo
Estou a g
São os tók
São os tók vejo que a-me arrepio
Nos tók estou a chorar, não consigo
São os tokio atocar estou achorar amoachorar
E choro a quero emo toque
Chor emociono-me aa Tóquio
Não consigo choro e bate bat estou tel com os
Tóquio hotel não consigo ouvir
Estou tão tempo troco soluço a chorar
já não oiço
desmeio de amo chorar e os tókio hotel a chorar
E choro ainda por hot eles
que nao vejo
Sou deles os tóka-me hát imort chorar
Oiço nel palco ali tão perto já aqui
Não me consigo controlar não choro
E arrepio e emocion consigo,
estou a chorar


não consigo ouvir

19.11.08

Diamante

Alumiar os olhos directo aos avaros salta quem te ri.
Há algo escuta esse aparelho tão evidente.
Nos barracões:
Tivesse-vos pose a varina bradaria aos serôdios suma história após história, mas nada que nos chegando ao domicílio na brandura das nossas mãos, réstias dela.
Na sala,
tudo o que Domingo sobeja é uma imprestável salva de fracassos.
Nas ruas,
vós os bravos, essas estrada afora que só fazem cimento cada vez mais estreitas e amuralhado em escadarias e salas e toalhas tensas e réstias de côdeas e uma blusa a arder e vós os bravos afora numa corrida de bicicletas cada vez mais becos a escutarem horas de cinzento.
Alumiar os avaros salta aos olhos de quem ri na tua requintada.
Nos barracões
e voltem à esmola de vossas mãos. Ponham-se à escuta, varina Tudo o que penso chega-lhe ao Domingo na brandura das mãos.

escuta esse aparelho tão evidente

13.11.08

feto ao sifão enrolado


A lógica é... talvez.
Mas revolta nos meandros opaco, convicta, separa confusas destes semáforos ora obviamente, ora peremptório disso quando as passagens trajam emaranhados, as ruelas em esquinas a confessarem-se umas às outras a noite balançando contornos da ultima vez, o raid vira-me ao contrário desse juízo a fugir na estrada a correrem atrás de mim a pino a a a, a mudar tudo, a esconderem-se debaixo da cama, a a ponderação a decifrar disparos subjectivos, coelhinhos a ralharem na cartola com falsas juras, cruzamentos de fetishes dispersas, música, muita música e filas enormes preocupadas fazendo escuro com réstias de sono atolados para aqui! E nem… e nem encontrados com vidros partidos de pontos de vista à toa se finge a verdade.
Se se buzinassem de Deus tomara a equação conforto da manta,
se puxar ao sentimento,
valha-me Dele e tapar-me humanamente, isso aí Sim, além passaria legendas por cima dessa condição, e voltaria atrás para dizer logicamente que Não. Mas Sim. Não. Não digo nada.
Sim, digo, digo. Sem esses badalos esfolam certeza na descarga de atirar eus pra cima de mim, que vão, que vim, que são, que Gin, que tão, que tlim, que tlão, enrolado feto feito no sifão. Só ele decidirá, mas depois, quando me relevo, os grandes boémios já se foram, e pende o intuir no passo: é-me Sim, sem adornar quase por dois, uma de um lado, apenas de outro, mas é Sim com esses demónios empunhando os factos como Não também à tona.
Mas pode ser Sim. Ou Não.
Se à beira do risco, uma a uma, de repente todos me saem e quem fica à luz por mim sê essa contradição, a resposta sei:
Sim e Não.

Tapar-me humanamente a atirar eus para cima de mim.

Beiró de ceptro ó grão

Eram tubo de doze corrugado quando o outro impôs testos em grão vaginal…! Precisamente. Depois reclamei juntamente ao caixa e disse no mínim...