Por além nunca sei o doutro Sol.
Por que de longe há de cá?
Por que folgas vestígio ou sombras já inchuvada?
Porque brumas se milhafre fá-lo doravante.
Porque de musa salina deem terra escamando?
Os sobreviventes quando acha arruda em quê,
E apetece-te cantar?
Não sei, é piano sabes sempre de promete, não?
Desse piano sol chorou vã colagem.
Por que provas de boca só escutou suado?
Porque arde um a chama tu meu nome.
Por que para cá ainda de que usar?

Por que para cá ainda de que usar?